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Archive for abril \24\UTC 2010

Difícil encontrar quem não goste de macarrão nessa vida. O prato é praticamente tão popular aqui no Brasil quanto o arroz e o feijão nosso de cada dia. Colocar o macarrão no prato na hora do almoço e jantar virou praticamente um hábito do brasileiro. E como não poderia deixar de ser, Cuisinez Fácil traz hoje uma massa fácil de fazer e gostosa de comer, e que ainda foge do trivial bolonhesa-molho branco-alho e óleo, a trinca mais comum quando se pensa em molho para macarrão.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Fusilli Tricolore: inove e faça um molho diferente e gostoso



Tire da despensa:

250g de fusilli tricolore

1 xícara de chá de tomate picado

1 xícara de chá de cenoura ralada

1 xícara de chá de abobrinha ralada

1 xícara de chá de brócolis

½ cebola picada

2 colheres de sopa de salsinha picada

2 colheres de sopa de cebolinha picada

½ xícara de chá de azeite

Sal

Pimenta-do-reino para jogar por cima

Mão na Massa:

Coloque água com sal em uma panela, e, depois que levantar fervura jogue o macarrão e deixe cozinhar. Depois que cozinhar, reserve. Em outra panela refogue a cebola no azeite e acrescente o tomate. Mexa-o por uns dois minutos e acrescente a cenoura, a abobrinha e os brócolis. Mexa em fogo médio por mais uns quatro ou cinco minutinhos para refogar os legumes.

Para finalizar, acrescente neste refogado o macarrão, a salsinha e a cebolinha. Se desejar, salpique um pouquinho de nada de pimenta-do-reino por cima. O quê? Terminou? É claaaaro! Simples assim!

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Xícara de Chá – as medidas são um grande problema na cozinha da maioria das pessoas. Eu também vivo me perdendo com isso, mas, para facilitar minha vida, comprei um dosador, que é um recipiente igual uma caneca grande com marcações para líquido, farinha e açúcar. Uma xícara de chá equivale a 240ml de líquido, 120g no caso de farinha, 200g no caso de manteiga e 180g no caso de açúcar. No caso dos líquidos, para ajudar, uma xícara de chá é o mesmo que 16 colheres de sopa.
  • Colher de sopa – Tem gente que não sabe o que é uma colher de sopa. Mas calma! Esta colher é aquela maior dentre as colheres utilizadas nas refeições, aquela que muita gente usa para comer a “malmita”.

Dicas:

Se quiser deixar este prato um pouco mais calórico você pode colocar bacon ou calabresa – ambos picadinhos. Basta dar uma leve tostada neles (naquele que for usar, não coloque os dois) numa panela com óleo, azeite ou manteiga (eu prefiro esta última). A consciência não ficará pesada, visto que o Fusilli Tricolore Especial leva muitos legumes.

Você também pode trocar a massa. Ao invés do fusilli fica legal usar o farfalle tricolore. “Caramba Joannes, esse macarrão deve ser difícil de achar hein!”. Não se faça de louco, o farfalle nada mais é do que o macarrão gravatinha. Copiou?

Curiosidades:

Também conhecido como ‘massa em rosquinha’ ou ‘parafuso’, o fusilli vem ganhando muita apreciação nos últimos anos. Este tipo de massa acabou ganhando subtipos: o fusilli mais comum, aquele que tem duas estrias; o fusilli mini, igual ao anterior, porém menor; e o fusilli com vegetais, que lhe confere cores variadas, geralmente vindo em três tonalidades nas embalagens (os tricolores desta receita).

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Para enganar a fome, para servir como aperitivo ou para ser feito num momento de extrema pressa. Este singelo sanduichinho que Cuisinez Fácil apresenta hoje cai muito bem nas ocasiões apresentadas logo acima, mas, principalmente, é uma ótima pedida para aquele happy hour organizado de última hora em sua casa. É claro que provavelmente você não terá alguns ingredientes em sua despensa – porque não costumam ser de uso diário – mas em compensação são fáceis de encontrar ou substituir.

Vive la bonne cuisine!

Imagem: Joannes Lemos

Sanduichinho: ótima pedida para um happy hour improvisado


Tire da despensa:

Mini pães franceses (o famoso pão de sal dos capixabas)

Folhas de manjericão

200g de linguiça portuguesa ou calabresa (ambas defumadas)

Catchup

Mostarda (opcional)

Orégano (opcional)

Mão na Massa:

Coloque a linguiça numa assadeira, leve ao forno pré-aquecido a 200 graus e asse por uns 20 minutos, virando quando completar dez minutos de forno. Retire e corte em fatias. Corte os pãezinhos e passe dentro de uma banda um pouco de catchup e na outra banda um pouco de mostarda (caso queira utilizar). Se usar orégano polvilhe um pouco dentro do pão. Coloque umas duas fatias de linguiça no pão e para finalizar uma folha de manjericão. Simples assim.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

Manjericão – tradicional ingrediente da pizza Margherita, o manjericão é uma planta muito frágil à temperatura alta. Então não coloque a folha juntamente com a linguiça muito quente, porque ele pode murchar. Espere a linguiça esfriar um pouco, afinal, esse é um sanduíche servido em temperatura ambiente.

uFoto do meu pezinho de manjericão

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Dicas:

Se você não gosta de sabor picante então não utilize a linguiça portuguesa, porque ela é levemente apimentada. Se não quiser usar nem a portuguesa nem a calabresa, pode trocar por mortadela tipo bologna (aquela apetitosa). Mas não dispense o manjericão, pois ele dá um sabor todo especial ao seu sanduíche. Se fizer esta receita para um happy hour improvisado não deixe de comprar a cervejinha, cai muito bem.

Aqui em São Paulo é comum encontrar mini pães franceses congelados em supermercados. É só assar e comer quentinho. Mas se você não conseguir comprar o mini pão francês nem congelado e nem já assado, então use o de tamanho normal, dividindo-o ao meio para fazer dois sanduichinhos.

Curiosidades:

Ótimo para facilitar a digestão o manjericão é nativo da Índia, e por lá é cultivado como planta sagrada. Uma das mais importantes ervas da culinária, o simbolismo do manjericão está espalhado pelo mundo, sendo usado pelos gregos ortodoxos em rituais religiosos. No interior do México é usado como talismã do amor. Além de apetitosas e saborosas, as folhas do manjericão também são as protagonistas quando o assunto é decoração de pratos.

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Depois do almoço ou do jantar, nada como uma sobremesa tinindo de gelada. Esta Delícia Gelada de Uva que Cuisinez Fácil apresenta hoje não é nenhum bicho de sete cabeças. Sobremesa sem custos elevados, ela dará um toque todo especial no momento de arrematar suas refeições. Além do mais, a uva fará um contraponto com o chocolate e o creme com leite condensado que você precisará fazer. A consciência pesará menos.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Delícia Gelada de Uva: mistura de gostos em uma única sobremesa


Tire da despensa:

3 gemas

Uma colher de sopa de margarina

250 gramas de chocolate meio amargo

1 lata de leite condensado

2 latas de creme de leite sem soro

1 quilo de uva Itália ou outra uva verde de sua preferência

Mão na massa:

Em uma panela – ainda fora do fogo – coloque uma lata de leite condensado, uma colher de manteiga e as três gemas. Misture um pouco e logo em seguida leve ao fogo brando, mexendo sempre por mais ou menos 6 minutos, até começar a soltar levemente do fundo da panela. Começando a desgrudar, desligue o fogo e junte o conteúdo de uma lata de creme de leite sem soro. Misture bem e despeje o creme em um refratário. Depois que o creme estiver frio – quando você mistura o creme de leite a temperatura já cai bastante – coloque as uvas uma do lado da outra sobre o creme (espere esfriar mesmo, porque se colocar a uva no creme quente ela pode estragar).

Pique o chocolate e derreta em banho-maria. Depois de derretido misture o conteúdo da outra lata de creme de leite sem soro e misture bem – parecido com o processo de trufar o chocolate. Coloque este chocolate por cima das uvas, e, para finalizar e dar aquele charme coloque umas uvas por cima para decorar. Leve ao congelador por umas duas horas e meia ou três horas.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

Retirando o soro do creme de leite – já coloquei essa dica aqui. Mas não custa repetir. Para retirar o soro do creme de leite, coloque a lata no freezer da sua geladeira e deixe lá por uns 30 minutos. Retire, abra a lata, faça uma fenda na lateral até o fundo com uma faquinha para abrir um caminho. É por ele que o soro irá escorrer.

Banho-maria – essa técnica é muito utilizada no derretimento de chocolate, pois o mesmo não pode ser submetido à temperaturas elevadas demais. Como ocorre? Coloque uma panela com água no fogo, a uma temperatura de aproximadamente 120° a 150° (o que representa um fogo baixo). Dentro desta panela, coloque outra panela menor com o chocolate dentro. O calor da água é quem vai derreter o chocolate. Esse processo é lento e exige paciência.

Dica:

Você pode trocar a uva por outras frutas, como morango ou pêssego. Use de preferência a uva Itália ou outra verde, porque o azedinho desta espécie dá um contraponto com o doce do creme e o amargo do chocolate.

Curiosidades:

A uva é uma fruta beeeem antiga. Originária da região do Cáucaso, na Ásia, ela é uma das frutas mais antigas utilizada na alimentação humana. A origem da uva remonta ao ano 6000 a.C. No Brasil a uva se popularizou ainda mais depois da imigração italiana, que deu impulso ainda maior ao cultivo da fruta em solo brasiliano.

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Cachorro quente é o típico lanche para comer quando a preocupação com a balança está longe. É também nesse sanduíche que a maioria das pessoas pensa quando vai receber uma visita informal em casa.

E o que falar então daquela festinha de aniversário feita em cima da hora na casa de um amigo? Ou então naquela comemoração de fim de ano da empresa? Da próxima vez, ao invés de levar o cachorro quente convencional, com o molho dentro do pão, leve este que Cuisinez Fácil apresenta hoje. Assado ele também fica muito gostoso, e, ao invés do pão, você utilizará uma massa feita por suas próprias mãos.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Cachorro quente de forno: para a alegria geral da galera


Tire da despensa:

Para a massa

4 ovos

3 xícaras de chá de leite (cerca de 720ml)

1 xícara de chá de óleo (cerca de 240ml)

3 xícaras de chá de farinha de trigo (cerca de 360g)

1 colher de sopa de fermento em pó (o famoso pó Royal)

1 colher de sopa bem cheia de margarina ou manteiga

Sal

Para o recheio

1 cebola picadinha

1 dente de alho

3 tomates picados e sem semente

½ xícara de chá de molho de tomate pronto

500g de salsicha picada

½ xícara de chá de salsinha

4 colheres de sopa de azeite

1 tablete de caldo de carne

3 colheres de sopa de farinha de rosca

3 colheres de sopa de queijo parmesão ralado

Mão na massa:

Para facilitar, primeiro prepare o recheio. Em uma panela aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Depois de uma leve dourada acrescente o caldo de carne e dissolva. Feito isso acrescente os tomates picados, o molho de tomate e a salsicha e deixe cozinhar rapidamente. Quando desligar o fogo acrescente a salsinha já picada.

Agora prepare a massa do cachorro quente. No liquidificador, coloque os ovos, o leite, o óleo e o sal. Bata por um breve tempo. Numa tigela coloque a farinha de trigo e o fermento. Junte a este composto o conteúdo do liquidificador e mexa bastante. Mexa bastante, acrescente o fermento em pós e mexa mais um pouco.

Unte uma forma com manteiga e polvilhe nela um pouco de farinha. Coloque metade da massa, por cima da massa coloque todo o molho de salsicha – espalhando bem – e por fim cubra com o restante da massa. Misture a farinha de rosca com o queijo parmesão ralado e jogue por cima da massa. Leve ao forno pré-aquecido a 190° por cerca de 40 minutos. Quando retirar espere esfriar um pouco para cortar em pedaços. Se cortar logo depois de tirar do forno ele pode dspedaçar.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

Confesso que está cada vez mais difícil colocar alguma coisa no glossário, porque o grau de dificuldade desta receita é quase zero. Mas, para não ficar em branco, sim, vocês podem utilizar cebola e alho vendidos prontos. E sobre os ovos é aquilo já dito antes aqui neste blog: quebre cada um em um recipiente separado e só depois coloque junto aos outros ingredientes. Porque vai que numa quebrada você coloca um ovo podre sem perceber, não é?

Dicas:

Se você não quiser rechear com salsicha coloque frango desfiado ou calabresa cortadinha. A receita não será um cachorro quente propriamente dito mas ficará tão bom quanto. Você também pode acrescentar outros ingrediente no molho, como milho verde e azeitonas. Use a imaginação!

Curiosidades:

Quando se fala em cachorro quente logo se lembra da salsicha. As informações sobre a origem do produto são divergentes. Uns contam que a salsicha surgiu em Frankfurt, na Alemanha, em 1484. Outras informações dão conta de que o produto surgiu bem depois, no final do século XVII no mesmo país.

Da mesma forma não se sabe ao certo a data exata de quando surgiu o cachorro quente. Alguns historiadores mencionam que o sanduíche foi criado por um comerciante alemão que morava nos Estados Unidos ainda no século XIX, por volta do ano de 1860. As informações podem ser incertas, mas que a guloseima é boa, isso é inegável.

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Um bolinho no café da manhã ou da tarde sempre cai bem, não é mesmo? Também é sempre bom levar um pedaço desta delícia para alguns compromissos onde a falta de tempo impera. O bolo de cenoura tradicional não tem complicação nenhuma, e é por isso que hoje Cuisinez Fácil traz esta receita pra você.

Esta é uma receita clássica seguida por algumas confeitarias. Outras, no entanto, fazem de um modo um pouco diferente. O resultado final é um bolo fofinho e levemente alaranjado, com uma deliciosa cobertura de ganache de chocolate. Não deixe de fazer.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Bolo de Cenoura: seu café da manhã ou da tarde agradece


Tire da despensa:

4 ovos

3 xícaras (chá) de açúcar

3 cenouras raladas

1 xícara (chá) de óleo

3 xícaras (chá) de farinha de trigo

1 colher (sopa) de fermento em pó

 

Para a cobertura:

100g de chocolate meio-amargo picado

1/2 caixinha de creme de leite

 

Mão na Massa:

Rale as cenouras e bata-as no liquidificador junto com os ovos, o açúcar e o óleo. Transfira para outro recipiente, incorporando aos poucos a farinha de trigo. Finalmente adicione o fermento em pó e mexa mais um pouco. Transfira para uma forma redonda com furo no centro (ou outra de sua preferência), untada e enfarinhada somente nos fundos. Asse em forno pré-aquecido à 18oºC por cerca de 50 minutos (mas este tempo pode chegar a 1 hora, dependendo do forno). Depois de assado espere esfriar para desenformar.

Enquanto isso, faça a ganache de chocolate. Derreta o chocolate em banho-maria ou micro-ondas. Depois de derretido adicione o creme de leite e mexa bem para incorporar. Desenforme o bolo, coloque este creme por cima e sirva.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Untar a forma – esse processo é necessário para evitar que o alimento grude no fundo da forma. Para untar passe manteiga em todo o fundo. Para ajudar ainda mais e evitar que o alimento grude, polvilhe farinha de trigo por cima da manteiga, formando uma leve camada. Outra sugestão é colocar papel-manteiga por cima da camada de manteiga. O bolo sai perfeito.

Dica:

Se não quiser colocar a cobertura de chocolate no bolo você pode polvilhar açúcar refinado, ou então açúcar de confeiteiro, caso tenha em sua despensa.

Curiosidades:

Não existem registros precisos sobre a data exata do surgimento do bolo de cenoura. No entanto, na Idade Média, quando o açúcar estava pela hora da morte – afinal era um artigo de luxo, e só a high society tinha acesso – as cenouras eram utilizadas com frequência em bolos e outros doces por ter alto teor de açúcar. Na Segunda Guerra Mundial aconteceu o mesmo, sendo a cenoura muito utilizada por causa da escassez de açúcar.

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Vocês não pensaram que eu colocaria receita com carne vermelha aqui hoje, pensaram? Não é que eu me prenda em tradições, apesar de ser cristão. Mas, como sei e respeito o modo de vida dos seletos leitores de Cuisinez Fácil, resolvi colocar uma receita que combina com a Semana Santa.

Esta Torta de Batata e Atum é uma típica receita feita na base do improviso. Você abre a geladeira, junta tudo, mistura e pronto: quando vai ver ela já está corada dentro de seu forno. Aproveite para fazer ela no domingo de Páscoa, em tempos de bacalhau com preço na alturas.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Torta de Batata e Atum: para seu almoço de Páscoa


Tire da despensa:

5 batatas médias

100g de farinha de trigo

50g de queijo parmesão ralado

Queijo mussarela fatiado

2 latinhas de atum sólido escorrido

Azeitonas verdes picadas

1 tomate picado

Orégano a gosto

Salsinha picada

Pimenta-do-reino a gosto

Azeite para regar por cima

Mão na Massa:

Descasque as batatas em pedaços pequenos e cozinhe na água com um pouco de sal. Depois que estiverem bem cozidas, retire do fogo e esprema (se não tiver espremedor amasse bem com a ajuda de outro objeto da cozinha que ajude nessa tarefa). Depois que amassar as batatas misture a farinha de trigo e o queijo ralado. Unte um refratário com manteiga e espalhe a massa com as mãos no fundo e nas laterais. Não precisa fazer a massa chegar até em cima da forma que utilizar – vide foto.

Em outro recipiente, misture todos os ingredientes já previamente picados ou amassados: o atum, as azeitonas, o queijo mussarela fatiado, o tomate e misture. Feito isso espalhe por cima da massa no refratário, salpique óregano, pimenta-do-reino e regue azeite por cima. Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus por mais ou menos 25 minutos, ou até perceber que as bordas da massa ficaram coradas.

Bon appétit!

Glossário para iniciante perdidos:

  • Batatas – deve-se tomar cuidado ao comprar batatas. Não compre aquelas que contêm nódulos, partes murchas, manchas verdes ou pretas. Aquelas que estão com brotos estão velhas. Dispense-as. Quando guardá-las na geladeira, coloque embaladas em sacos plásticos no gavetão. Quando você descasca a batata e demora para usar a tendência é que ela fique escura, por causa da oxidação da vitamina C. Para evitar que isso ocorra, coloque-as em um recipiente com água no caso de descascar e não usar logo.

Dicas:

Nesta receita, se desejar, coloque também palmito picado ou então champignon. E para acompanhar no momento do ‘ataque’ nada melhor do que o bom e velho arroz branco.

Curiosidades:

Quando os colonizadores espanhóis levaram a batata da América para a Europa por volta de 1550 ela era considerada alimento de segunda “catiguria”. O uso da batata se tornou popular por causa de uma mãozinha de Luís XVI, rei da França, que a impôs ao povo no lugar do trigo, que estava pela hora da morte e em falta na época. Vossa Alteza, o rei Luís XVI, passou a apreciar tanto o legume que mandou que se fizessem plantações por vários pontos de seus domínios.

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