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Archive for the ‘Culinária’ Category

Já sei, e vou falar de novo: o compromisso de Cuisinez Fácil é com a rapidez no preparo dos pratos. Tudo bem, eu admito: algumas receitas postadas aqui necessitam de um tempo de preparação maior, mas cozinha é assim mesmo.

Hoje trago aos leitores uma comida gostosa, apetitosa e que não vai tomar muito tempo de sua rotina. Chegou da facul ou do trabalho com fome e está com pressa? Passa no Cuisinez Fácil que seu problema já já é resolvido…rsrsrs

Vamos à receita.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Espaguete Rápido: incrementado e gostoso para sua degustação

Tire da Despensa:

250 gramas de espaguete ou talharim

100 gramas de paio

50 gramas de bacon

Meia cebola

2 dentes de alho

3 tomates grandes, vermelhos e carnudos

Azeite

Sal

Pimenta do reino

Mão na massa:

Em uma panela, cozinhe a massa (com bastante água e um fio de azeite). Enquanto isso faça a mise em place (as aulas de gastronomia estão surtindo efeito!!). Numa panela menor, ferva água (o suficiente para cobrir os tomates). Faça um corte raso em forma de cruz no “bumbum” do tomate. Mergulhe cada um por 1 minuto na água. Retire e mergulhe numa bacia com água fria. Depois disso, puxe a pele que estará levemente solta. Este processo se chama deixar o tomate em concassé. Depois, é só cortar em pedaços, retirar as sementes e picar o tomate em quadradinhos.

Corte a cebola em cubinhos (pode ser no formato macédoine), assim como o paio e o bacon também podem ser cortados em quadradinhos pequenos. Amasse os dentes de alho.  Na panela, aqueça o azeite (umas 5 colheres de sopa bem cheia), acrescente o alho e doure um pouco. Em seguida acrescente a cebola e doure mais um pouco, mas cuidado para não queimar.

Acrescente o bacon e o paio e dê uma salteada, até perceber que ambos ficaram levemente tostados.  Acrescente o tomate concassé e deixe o molho apurar, por cerca de 5 minutos. Acerte o sal e a pimenta do reino. Escorra o macarrão, e jogue na panela onde está nosso querido molho.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

Mise en place: o termo francês significa em tradução literal “colocar no lugar”. Consiste na fase inicial do preparo de qualquer prato, onde se separa todos os utensílios e ingredientes necessários a obra prima. Os ingredientes devem ser medidos, e, se necessário, descascados e cortados. É essencial fazer a mise en place para a execução de qualquer receita, desta forma você evita de sair correndo como um louco atrás de um ingrediente no momento em que as coisas estão em cocção na panela. Os cozinheiros profissionais jamais sobrevivem sem a mise en place.

Dica:

Conselho bem básico: quando ficar pronto, salpique queijo parmesão ralado. Se preferir, coloque também umas folhinhas de manjericão ao molho assim que desligar o fogo.

Curiosidades:

Durante a Idade Média, a palavra bacon (ou bacoun) era empregada para referir o porco como um todo. Apesar de fazermos associação do bacon com os Estados Unidos e a Inglaterra, aparentemente ele surgiu em outro lugar, mais especificamente no que hoje é a Alemanha. Foi só no século XVII que o bacon começou a ser sinônimo das costas do porco desidratada com sal e depois defumada. Falando nisso, bacon vem de back, que quer dizer costas em inglês.  Apesar de não ser uma invenção da Inglaterra, o método inglês foi o mais reproduzido na maioria dos outros países, e é o que ainda usamos hoje.

Faça também:

CUISINEZ FÁCIL: Batata Gratinada

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Hummmm! Criatividade é o que não falta na Republiqueta das Bananas para criar receitas com esta fruta, que é tão marcante das nossas terras, mas que é originária do sudeste asiático. Tão essencial em nossa dieta diária de nutrientes, a banana é hoje a protagonista de uma receitinha deliciosa e que foge da trivialidade das receitas que não levam frutas na composição. Vamos à receita??

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Merengue de Banana: vale a pena ganhar calorias por esta delícia!



Tire da despensa:

Seis bananas
Um copo de leite
200 ml de creme de leite (de latinha)
Uma lata de leite condensado
Três ovos
Seis colheres de açúcar
Uma xícara (café) de água
Uma colher (sopa) de amido de milho
Cinco gotas de suco de limão

Mão na Massa:

O preparo desta receita é dividido em partes. Primeiro prepara-se o doce de banana, depois o creme e, em seguida, o suspiro que vai por cima. Então, como diria o esquartejador, “vamos por partes”:

Preparo do doce de banana:
Em uma panela, derreta quatro colheres de açúcar, acrescente a xícara de água (a famosa calda de açúcar). Em seguida, adicione as bananas cortadas em rodelas e deixe cozinhar até virar quase uma geléia. Para quem não está habituado a derreter o açúcar, não se espante! Quando a água entrar em contato com o açúcar derretido vai sofrer um choque térmico e tudo ficará “duro” novamente. Mas, depois de uns minutos e paciência, será formada uma calda novamente. Reserve.

Preparo do creme:
Em outra panela coloque o copo de leite, o leite condensado, a colher de amido de milho e três gemas. Reserve as claras. Leve esta mistura ao fogo brando mexendo sempre até engrossar.

Preparo do suspiro:
Bata as três claras em neve firme, acrescente aos poucos duas colheres de açúcar restantes. Coloque as cinco gotas de limão e continue a bater até ficar bem firme.

Montagem do merengue de banana:
Despeje o creme numa forma refratária, cubra com o doce de banana e depois despeje mais uma camada do creme. Espalhe por cima o suspiro e leve ao forno apenas para dourar. Sirva gelado.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Claras em neve – separe cuidadosamente as claras das gemas. Se observar um pedacinho amarelo sequer entre as gemas tente retirar, pois pode atrapalhar a chegar ao ponto de neve. Uma dica é separar uma clara por vez em uma xícara, transferindo em seguida para a vasilha onde vai batê-las. Bata com o batedor de arame num ritmo rápido, mas não muito intenso, de modo que permita que as claras recebam ar. Bata em ritmo circular e vertical, ou seja, girando em movimento de cima para baixo.
  • Caramelizando o açúcar (calda de açúcar): o preparo requer cuidado, pois no caso desta receita não se está usando água, então o risco de amargar o caramelo é maior. Se preferir, faça a calda pela maneira mais tradicional. Numa panela, leve somente o açúcar ao fogo e deixe derreter até ganhar a cor dourada. Depois acrescente aos poucos a quantidade de água indicada na receita, mexendo sempre até o açúcar se dissolver. A proporção ideal é, para cada xícara de açúcar, 1/4 de xícara de água. Lembre-se de que, quanto mais cozinhar, mais grossa ficará a calda.

Dica:

Sirva este merengue acompanhado de um chá verde.

Curiosidades:

Na cozinha e na confeitaria, as frutas são geralmente subdividas em cinco grupos, levando em consideração o sabor e o tipo de utilização. Assim, a banana é encaixada no grupo das frutas doces, por ter alto teor de açúcar. Nos tempos antigos, os homens levavam à mesa o sabor doce principalmente por meio de frutas maduras. E, na certa, a banana era usada frequentemente para adoçar o preparo de algumas sobremesas.

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CUISINEZ FÁCIL: Delícia Gelada de Uva

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Dois ingredientes: é tudo o que você precisa para preparar esta sobremesa rápida e refrescante. É por isso que Cuisinez Fácil faz parte de seu navegador, porque sempre facilita a sua vida. Vai receber amigos em casa e ficou louco de desespero? Sem essa. Passe aqui e dê um up na sua recepção. Seus amigos vão gostar!

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Creme de goiabada: rapidez e praticidade em forma de doce



Tire da despensa (ingredientes para duas pessoas):

300g de goiabada

2 caixinhas de creme de leite

Mão na Massa:

Pique a goiabada em partes pequenas e coloque no liquidificador – essa é a parte mais difícil. Adicione o conteúdo de uma caixinha de creme de leite e bata bastante na potência máxima. Adicione o conteúdo da outra caixinha e bata por mais um tempo. Coloque em taças individuais e leve à geladeira por uns 30 minutos. Sirva geladinha. A consistência fica parecida com a de uma mousse. Por isso, se quiser, chame a receita de Mousse de Goiabada.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Creme de leite: sim, tá bom, eu sei! Por que não usar o creme de leite de latinha ou de garrafinha? O de latinha eu até recomendo para esta receita, fica gostoso também. Mas se o usar retire o soro antes. O de garrafinha é o creme de leite fresco, ideal para fazer chantilly, então ele daria outro aspecto ao doce, o que não vem ao caso. Por isso, dispense-o!

Dica:

Para deixar a sobremesa ainda mais refrescante bata com umas três folhinhas de hortelã fresca. E use duas folhinhas para decorar, colocando por cima. Mas só para dizer que eu não disse antes: a receita é beeem doce! Então, para dar um contraponto, salpique por cima queijo prato ralado na hora. Só um pouquinho. Acredite, fica bom!

Curiosidades:

Que jogue a primeira pedra quem não gosta de goiabada? É uma sobremesa que quebra um galho danado quando não se tem outra coisa para servir. Ok, sempre vai existir alguém que não gosta de determinado sabor. Normal! Conta-se que a goiabada surgiu no Brasil no período colonial. Os escravos a faziam para seus “sinhozinhos” portugueses.

Estes, por sua vez, com saudade da marmelada pediram para seus serviçais criarem algo parecido. A fruta escolhida foi a goiaba, que misturada com açúcar deu origem à goiabada. Dizem que foi nesse período também que surgiu a goiabada cascão, pois alguns pedaços grandes da casca passavam despercebidos, e acabaram dando um diferencial ao doce.

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CUISINEZ FÁCIL: Torta Amendoada de Abacaxi

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Cuisinez Fácil tlaz receita do mundo inteilo né? Por isso, hoje vamos ver como se faz uma deliciosa e apetitosa receita oliental, né? É difícil encontlar quem não goste de Yakisoba! Esse plato, que muitos pensam ser chinês, é mais fácil de fazer do que se pensa, né? Então vamos à receita porque é muito difícil esclever imitando um japonês falando. Né??

おいしい料理を生きる  (Vive la bonne cuisine! Viva à boa cozinha!)

joa

Imagem: Joannes Lemos

Yakisoba: você vai fazer, né?



Tire da despensa:

Para o macarrão:

250 gramas de macarrão tipo oriental (para Yakisoba)

2 colheres de sopa de óleo de soja ou azeite

3 colheres de molho de soja (shoyu)

Para os legumes e carnes:

150 gramas (filé mignon ou alcatra) cortadas em tiras

150 gramas de filé de frango cortado em tiras

1 cenoura grande cortada em tirinhas

1 cebola média cortada em rodelas

½ pimentão vermelho cortado em tirinhas

½ pimentão verde cortado em tirinhas

½ pimentão amarelo cortado em tirinhas

100 gramas de cogumelos cortados em lâminas (opcional)

Folhas de meio repolho cortadas em tamanhos grandes

1/3 de um brócolis japonês grande cortado em pequenos buquês

1/3 de uma couve-flor média cortada em pequenos buquês

5 colheres de sopa de molho de soja

½ caldo de carne ou de frango

4 colheres de sopa de óleo

4 colheres de sopa de molho para Yakisoba (pode ser substituído por molho Inglês)

Mão na Massa:

Preparando o macarrão: numa panela, ferva água com sal e deixe o macarrão cozinhar por 6 ou 7 minutos. Escorra e reserve.

Preparando os ingredientes: aqueça 4 colheres de sopa de óleo e refogue as carnes previamente a gosto temperadas com molho de soja (shoyu). Deixe cozinhar por alguns minutos em fogo brando e reserve.

Em uma frigideira (grande o suficiente para comportar todos os ingredientes) frite a cebola, acrescentando em seguida todas as verduras e legumes. Refogue tudo por cerca de três minutos. Acrescente a seguir a carne que estava reservada, misture bem e jogue por cima o molho de Yakisoba (que pode ser substituído por molho Inglês). Junte em seguida o macarrão e misture bem. Deixe fritar um pouco toda a mistura. Sirva quente.

Bon appétit…ou melhor, 食欲

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Foi dar um passeio na Ásia e já volta.

Dicas:

Caso não seja chegado a pimentões, use apenas um tipo, deixando de lado os outros dois. Se não encontrar macarrão próprio para Yakisoba improvise e use macarrão instantâneo, o famoso miojo, por ser do tipo ‘lamen’, o tipo de macarrão que mais combina com o prato. Mas nunca, jamais, use talharim ou espaguete. Não fica bom!

Curiosidades:

Yakisoba: conheça a etimologia da palavra → Yaki = Frito / Assado
Soba = Macarrão oriental

Ou seja: macarrão oriental frito!!

É um dos pratos mais famosos da culinária oriental. Esta iguaria é de origem japonesa, apesar de muitos pensarem que é um prato chinês.

Faça também:

CUISINEZ FÁCIL: Abobrinha Recheada

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Continuando com a linha editorial “faça você mesmo com rapidez”, Cuisinez Fácil traz hoje aos queridos leitores uma dica que serve para preparar em várias ocasiões: quando você tem em casa pão de forma e não sabe qual destino dar a ele; quando você quer fugir do trivial feijão com arroz, mas está sem tempo para frivolidades; ou quando vai receber amigos em casa e quer servir um lanchinho no happy hour.

Atenção às próximas linhas porque a dica é bem básica. Viva à praticidade.

Vive la bonne cuisine!!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Pizzinha rápida: para o happy hour ou para fugir do trivial



Tire da despensa (receita para duas pessoas):

6 fatias de pão de fôrma

Meia caixinha de molho de tomate

6 fatias de queijo mussarela

1 tomate maduro picado (sem sementes)

Orégano

Folhas de manjericão

Mão na massa:

Pré-aqueça o forno a 180°C. Enquanto isso, retire a casca do pão de fôrma (mas se quiser também pode deixar com casca), passe molho de tomate por cima, depois coloque uma fatia de queijo mussarela, um pouco de tomate picado e jogue orégano por cima. Leve ao forno e deixe assar levemente por 6 minutos. Retire e coloque folhas de manjericão por cima. Très facile!

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

Manjericão: As folhas de manjericão são frágeis e só podem ser colocadas depois que as pizzinhas saem do forno.

Dica:

Use a imaginação quando preparar este quitute rápido. Ao invés de mussarela, se preferir, substitua por queijo prato, catupiri, ente outros. Você pode jogar por cima queijo parmesão ralado.  Ao invés de picar um tomate pode usar tomate cereja, cortando-o ao meio.

Faça também:

CUISINEZ FÁCIL: Fusilli Tricolore Especial

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A abobrinha não é um fruto, digamos, popular. Há quem torça o nariz só de ouvir falar o nome deste legume de formato não muito aceitável – se é que vocês me entendem. Mas a abobrinha pode sim ser bem apreciada se preparada com todo o cuidado e carinho que uma boa refeição merece. E o prato que Cuisinez Fácil traz hoje aos leitores é bem conhecido, gostoso e sem muitas complicações no preparo.

Agora, quando quiser comer uma deliciosa abobrinha recheada acompanhada de um bom pão sírio não precisa mais ir ao Habbib’s. Faça em casa.

Vive la bonne cuisine!

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Imagem: Joannes Lemos

Abobrinha recheada: não precisa mais ir ao Habbib’s para comer esta delícia



Tire da despensa:

3 abobrinhas

400g de carne moída

2 tomates grandes

½ xícara de água

1 cebola picada

2 dentes de alho

Pimenta do reino (opcional)

Sal

1 xícara de arroz cozido

Mão na massa:

Tempere 200g de carne moída crua com o alho já amassado, meia cebola picada (reserve a outra metade), a pimenta do reino e o sal, misturando tudo com as mãos. Reserve e deixe separados os outros 200g da carne moída.

Lave bem as abobrinhas em água corrente e não as descasque. Corte a ponta de uma das extremidades, e, com uma colher de café (aquela colher pequena) vá tirando cuidadosamente todo o miolo da abobrinha. Tome cuidado ao se aproximar do fundo, para não furá-la. Esse é um trabalho que exige paciência e certos graus de habilidade. Enquanto faz isso encha uma panela grande com água, coloque uma pitada de sal e um fio de óleo e deixe ferver.

Misture a xícara de arroz já cozido à carne e faça um bolinho. Recheie cada abobrinha com este recheio, cuidadosamente. Depois disso, coloque cada abobrinha na água fervente e deixe cozinhar por cerca de 10 minutos. Retire com uma escumadeira e reserve.

Em outra panela adicione um fio de óleo, frite a outra metade da cebola, junte os 200g de carne moída restantes e dois tomates grandes bem picadinhos (sem sementes). Junte meia xícara de água e uma pitada de sal e deixe cozinhar. Depois de pronto, coloque este molho por cima das abobrinhas recheadas.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Colher de Café: pra você que se perde na hora de saber o tamanho das colheres, a colher de café é aquela que se usa para mexer o cafezinho. Enfim, é aquela colher beeem pequena. Acredite, mas tem gente que se perde com isso.

Dicas:

Sirva suas abobrinhas recheadas com um bom punhado de pão sírio – encontrado em qualquer mercadinho. Se preferir, sirva também com arroz branco. Para beber uma dica é um bom vinho branco de uvas Trebbiano do sul do Brasil. Barato e fácil de encontrar também.

Curiosidades:

No Brasil a palavra abobrinha pode ser usada também como significado de “besteira”. Ex:Faustão só fala abobrinhas.”

Faça também:

CUISINEZ FÁCIL: Torta de Batata e Atum

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Tem coisa melhor nessa vida do que fazer algo bem flash na cozinha? Nada melhor do que abrir a geladeira e ver aquela batata enorme dando sopa (ops, não pense que hoje vai rolar receita de sopa, foi apenas um trocadilho). É por isso que Cuisinez Fácil vai dar hoje uma receita super-mega-hiper-ultra básica com batatas. Aliás, a receita só leva batata, nada mais. Por isso, não pegue caneta e papel porque nem será preciso.

Vive la bonne cuisine!

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Imagem: Joannes Lemos

Batata assada: boa dica de acompanhamento



Tire da despensa:

Batatas (à vontade)

Manteiga (à vontade, depende de quantas batatas vai usar)

Sal

Farinha de rosca

Orégano (opcional)

Mão na Massa:

Descasque as batatas e faça ranhuras no sentido da largura (mas cuidado para não cortar a batata ao meio). A ranhura deve ir mais ou menos até a metade da profundidade das batatas. Lave-as e as enxugue. Coloque a manteiga num pratinho e derreta no micro-ondas. Eu usei três colheres de sopa bem cheias de manteiga para assar três batatas.

Coloque as batatas numa forma untada, lambuze cada uma com manteiga (mas reserve um pouco para lambuzar mais adiante). Leve-as ao forno e deixe assar a 250°C por 35 minutos. Retire (e deixe o forno ligado), jogue farinha de rosca por cima de cada uma, coloque a manteiga derretida que restou, salpique sal ao seu gosto, e, se quiser, salpique também orégano. Volte as batatas pro forno e deixe assar por mais 10 minutos. Elas sairão coradinhas como na foto.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos (requentado de outro post):

Batatas – deve-se tomar cuidado ao comprar batatas. Não compre aquelas que contêm nódulos, partes murchas, manchas verdes ou pretas. Aquelas que estão com brotos estão velhas. Dispense-as. Quando guardá-las, evite colocar na geladeira, priorizando locais secos, como um cesto de verduras. Quando você descasca a batata e demora a usar a tendência é que ela fique escura, por causa da oxidação da vitamina C. Para evitar que isso ocorra, coloque-as em um recipiente com água no caso de descascar e não usar logo.

Dica:

Sirva essas batatas básicas como acompanhamento de um maravilhoso arroz branco e uma carne de sua preferência. Ela combina com tudo: carne assada, um franguinho, peixes (principalmente um bacalhau), etc.

Curiosidades:

A batata é originária do Peru, onde foi cultivada desde eras imemoriais pelo povo inca, sendo chamada de “papa” na língua quíchua. Ainda em nossos dias, nos países andinos, produzem-se e comercializam-se mais de 200 variedades diferentes de batatas. Mon Dieu!!

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Receitinha gostosa que serve pro lanche ou para um jantarzinho informal. A quiche – sim, com artigo no feminino – é um bom aperitivo para ser servido principalmente quando você receber umas visitinhas em sua casa. É algo simples, mas que tem a sofisticação de um prato supostamente mais elaborado, e que foge da breguice da coxinha e pastelzinho (aperitivos deliciosos, mas cafonas para servir aos amigos que vão em sua casa).

Por isso caros amigos, vamos aos fatos. Aproveite esta dica de Cuizinez Fácil, pegue caneta e papel, anote tudo e corra pra cozinha. Deixe o encosto da preguiça de lado.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Quiche Lorraine: para você fugir da coxinha e do pastelzinho frito



Tire da despensa:

Ingredientes para a massa:

2 ½ xícaras de farinha de trigo
4 colheres (sopa) de manteiga
1 xícara (chá) de creme de leite
1 ovo
sal

Ingredientes para o recheio:
1 xícara (chá) de leite
2 ovos
1 xícara (chá) de creme de leite
½ xícara (chá) de bacon frito
1 xícara (chá) de queijo mussarela ralado
sal
pimenta

Mão na Massa:

Em um recipiente, coloque a farinha, a manteiga, o creme de leite, o ovo e o sal. Misture bem e deixe descansar por 10 minutos. Distribua a massa em uma assadeira redonda e, com o auxílio de um garfo, fure levemente toda a superfície da forma.

Para fazer o recheio, em uma vasilha, misture todos os ingredientes. Despeje sobre a massa e leve ao forno pré-aquecido a 200°C por aproximadamente 20 a 25 minutos, ou até ficar bem douradinho por cima. Eu particularmente gosto de desinformar a quiche e colocar em um prato. Depois coloco umas folhas de salsa ou talo de cebolinha em volta pra dar aquela caprichada no visual. Porém, a forma que uso para fazer a quiche – uma rasa com ranhuras nas laterais, que dão o aspecto estrelado ao prato – não tem fundo removível. Então eu faço uma manobra para tirá-la da forma e colocar no prato sem quebrar. Até hoje deu certo.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Sal: tome cuidado com a quantidade que usa. Coloque pouquíssimo sal, porque o queijo já é salgadinho e o bacon também. Depois não me venha mandar mensagem pelo Orkut, Facebook ou Twitter falando que deu errado. Experiência própria. No último Natal eu exagerei no queijo e me estrepei. Achei que estava abafando e quando fui comer a quiche estava sal puro. E ainda tive que me contentar com os elogios falsos da parentada dizendo que estava uma delícia. Já diz o velho ditado: quem avisa amigo é!

Dica:

Você pode substituir o bacon por linguiça calabresa defumada picadinha.

Curiosidades:

A palavra quiche vem do alemão e significa, em dialeto, “torta”. Graças a sua versão mais famosa, a quiche lorraine – em breve receita dela aqui no blog – um prato típico da Alsácia e Lorena, região que compreende a divisa entre a França e Alemanha (onde minha querida amiga Bartira morou na ocasião de seu mestrado), o termo também foi introduzido na língua francesa. Merveille!!

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Eu voltei!! Não esqueci de vocês, queridos leitores. Mas, no corre-corre dessa vida às vezes algumas coisas acabam ficando para depois. É uma honra poder atualizar Cuisinez Fácil novamente. Então, vamos lá.

Para marcar essa volta publicarei uma receita que é de dar água na boca só de olhar. A receita de hoje é uma deliciosa Torta Trufada de Morango. É um doce de certa forma fácil de fazer, porque usa poucos ingredientes que, ainda por cima, são fáceis de encontrar. Tenho certeza que você surpreenderá família e amigos com esta torta modesta e ao mesmo tempo requintada.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Torta Trufada de Morango: sobremesa chique e prática


Tire da despensa:

Ingredientes da torta
1 e 1/2 caixa de morangos
1 xícara de farinha de trigo
2 colheres de sopa de açúcar
1 gema
3 colheres de sopa de manteiga
Raspas de limão

Ingredientes do recheio
280 g. de chocolate meio amargo
1 lata de creme de leite sem soro
2 colheres de sopa de conhaque

Mão na Massa:

Numa tigela, coloque a farinha, o açúcar, a gema, a manteiga e a raspa de limão e misture com as mãos (lavadas hein cabeção!). Mas é com a mão pura, sem luvas, porque o calor das mãos ajuda a derreter a manteiga e dar liga na massa. Depois de uns cinco minutos amassando você terá uma massa homogênea e lisa. Depois disso basta colocar a massa numa forminha de 20cm de diâmetro, sem untar. Espalhe a massa com as pontas dos dedos por toda a forminha.

Com a massa ajeitada na forma, faça furos com o garfo para não ter bolhas. Leve-a ao forno pré-aquecido a 180 graus por 20 minutos, até que a massa fique dourada.

Enquanto a massa fica assando, vamos preparar o recheio. Derreta o chocolate no micro-ondas (mas se preferir pode ser em banho-maria). Coloque o chocolate picado numa tigela própria para micro-ondas e derreta por 40 segundos. Retire, mexa e repita a operação deixando mais 30 segundos. Não deixe derreter tudo em uma única fase porque o chocolate pode queimar – então derreta nas duas etapas como o titio está ensinando.

Derretido o chocolate é hora de trufá-lo. Basta misturar o conteúdo de uma lata de creme de leite (sem soro) e as duas colheres de conhaque (pode usar outra bebida como vinho branco seco, ou, se preferir, não precisa colocar nenhum tipo de bebida alcóolica). Misture bem e leve o chocolate trufado à geladeira por 20 a 30 minutos para pegar um pouco mais de consistência.

Depois que retirar a massa da torta do forno, deixa-a esfriar por uns 10 minutos e despeje em cima o chocolate trufado.  Agora vem a melhor parte: colocar os morangos por cima. Com eles já lavados e cortados ao meio (no sentido da altura) coloque-os com a parte aberta do morango virada para dentro, e comece a colocá-los da borda para o centro, até preencher todo o espaço.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Morango – Compre morangos de bom aspecto: tamanho médio, vermelhos vivos e com talos bem verdes. Os morangos podem ser estocados inteiros na geladeira por poucos dias (quando fatiados perdem gradativamente a vitamina C). Lave a fruta pouco antes de servir para evitar o mofo.
  • Banho-maria – caso queira usá-la, não custa nada relembrar como é. Essa técnica é muito utilizada no derretimento de chocolate, pois o mesmo não pode ser submetido à temperaturas elevadas demais. Como ocorre? Coloque uma panela com água no fogo, a uma temperatura de aproximadamente 120° a 150° (o que representa um fogo baixo). Dentro desta panela, coloque outra panela menor com o chocolate dentro. O calor da água é quem vai derreter o chocolate. Esse processo é lento e exige paciência.
  • Forma – eu uso uma forma de 20cm de diâmetro que tem uns 3cm de altura. Ela é em formato estrelado, com aquelas ranhuras nas laterais, que dão um aspecto mais bonito ao doce.

Dica:

Depois que terminar de cobrir a torta com os morangos, leve a torta para a geladeira novamente e deixe lá por cerca de uma hora, para ela ficar firme. Se você não encontrar morango de jeito nenhum pode até usar outra fruta, como uva ou pêssego. Mas, com morango não tem comparação.

Curiosidades:

Até o ano de 1400, o morango era apenas uma fruta que nascia espontaneamente nas montanhas da Europa. A partir deste ano, horticultores franceses e depois os ingleses, alemães e italianos começaram a cultivar a planta, melhorando a sua qualidade e aumentando o seu tamanho, sem retirar as características naturais do morango.

Porém, somente a partir do descobrimento da América é que o morango começou a ganhar prestígio entre agricultores e consumidores e a frequentar os mais requintados cardápios e livros.

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Difícil encontrar quem não goste de macarrão nessa vida. O prato é praticamente tão popular aqui no Brasil quanto o arroz e o feijão nosso de cada dia. Colocar o macarrão no prato na hora do almoço e jantar virou praticamente um hábito do brasileiro. E como não poderia deixar de ser, Cuisinez Fácil traz hoje uma massa fácil de fazer e gostosa de comer, e que ainda foge do trivial bolonhesa-molho branco-alho e óleo, a trinca mais comum quando se pensa em molho para macarrão.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Fusilli Tricolore: inove e faça um molho diferente e gostoso



Tire da despensa:

250g de fusilli tricolore

1 xícara de chá de tomate picado

1 xícara de chá de cenoura ralada

1 xícara de chá de abobrinha ralada

1 xícara de chá de brócolis

½ cebola picada

2 colheres de sopa de salsinha picada

2 colheres de sopa de cebolinha picada

½ xícara de chá de azeite

Sal

Pimenta-do-reino para jogar por cima

Mão na Massa:

Coloque água com sal em uma panela, e, depois que levantar fervura jogue o macarrão e deixe cozinhar. Depois que cozinhar, reserve. Em outra panela refogue a cebola no azeite e acrescente o tomate. Mexa-o por uns dois minutos e acrescente a cenoura, a abobrinha e os brócolis. Mexa em fogo médio por mais uns quatro ou cinco minutinhos para refogar os legumes.

Para finalizar, acrescente neste refogado o macarrão, a salsinha e a cebolinha. Se desejar, salpique um pouquinho de nada de pimenta-do-reino por cima. O quê? Terminou? É claaaaro! Simples assim!

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Xícara de Chá – as medidas são um grande problema na cozinha da maioria das pessoas. Eu também vivo me perdendo com isso, mas, para facilitar minha vida, comprei um dosador, que é um recipiente igual uma caneca grande com marcações para líquido, farinha e açúcar. Uma xícara de chá equivale a 240ml de líquido, 120g no caso de farinha, 200g no caso de manteiga e 180g no caso de açúcar. No caso dos líquidos, para ajudar, uma xícara de chá é o mesmo que 16 colheres de sopa.
  • Colher de sopa – Tem gente que não sabe o que é uma colher de sopa. Mas calma! Esta colher é aquela maior dentre as colheres utilizadas nas refeições, aquela que muita gente usa para comer a “malmita”.

Dicas:

Se quiser deixar este prato um pouco mais calórico você pode colocar bacon ou calabresa – ambos picadinhos. Basta dar uma leve tostada neles (naquele que for usar, não coloque os dois) numa panela com óleo, azeite ou manteiga (eu prefiro esta última). A consciência não ficará pesada, visto que o Fusilli Tricolore Especial leva muitos legumes.

Você também pode trocar a massa. Ao invés do fusilli fica legal usar o farfalle tricolore. “Caramba Joannes, esse macarrão deve ser difícil de achar hein!”. Não se faça de louco, o farfalle nada mais é do que o macarrão gravatinha. Copiou?

Curiosidades:

Também conhecido como ‘massa em rosquinha’ ou ‘parafuso’, o fusilli vem ganhando muita apreciação nos últimos anos. Este tipo de massa acabou ganhando subtipos: o fusilli mais comum, aquele que tem duas estrias; o fusilli mini, igual ao anterior, porém menor; e o fusilli com vegetais, que lhe confere cores variadas, geralmente vindo em três tonalidades nas embalagens (os tricolores desta receita).

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