Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Pratos salgados’ Category

“Ráaaaaa, pegadinha do Mallandro”. É o que você deve estar pensando ao ler o título da receita e a imagem logo abaixo. “Isso se trata de uma brincadeira, na certa”, diriam os mais afoitos. Pois não é, não! A receita e a imagem são da mesma produção sim, mas, como tudo no país da falsificação, esta sopa na verdade é um bolo. Um delicioso bolo de milho e queijo do Paraguai. Nossos vizinhos trataram de pregar uma peça em todos colocando o nome da produção de sopa, quando na verdade é um misto de polenta, suflê e torta salgada. Tudo deliciosamente ao mesmo tempo. Então papel e caneta na mão para escribir la receta de hoy.  

Vive la bonne cuisine!


Imagem: Joannes Lemos

Sopa Paraguaia: herança indígena do país da falsificação

 

Tire da despensa:

1 cebola em rodelas

2 colheres (sopa) de manteiga (com ou sem sal)

500 g de espigas de milho verde

400 ml de leite integral

2 claras

200 g de queijo meia cura ralado (pode substituir também por queijo coalho)

3 colheres (sopa) de fubá

1 colher (sobremesa) de fermento em pó

Sal e pimenta do reino a gosto

150 ml de água

Mão na Massa:

Debulhe as espigas de milho e bata os grãos com o leite no liquidificador. Coe numa peneira e bata novamente no liquidificador, só que agora com o queijo, e reserve. Em uma panela refogue a cebola na manteiga, acrescente metade da água, um pouco de sal e pimenta do reino. Deixe cozinhar até amaciar (cerca de 5 minutos). Retire do fogo e junte ao composto do liquidificador e bata mais.

Devolva pra panela, junte o fubá diluído no restante da água (para não empelotar) e deixe engrossar. Retire do fogo e espere esfriar. Enquanto isso, bata as 2 claras em ponto de neve. Depois que a mistura estiver levemente morna ou fria (para esfriar rápido você pode colocar o recipiente quente dentro de uma tigela com água e gelo), incorpore delicadamente as claras em neve e misture. Adicione o fermente em pó e despeje o conteúdo em uma forma untada com manteiga e polvilhada com fubá. Leve ao forno pré-aquecido à 180°C até dourar por cima (depende do forno, mas leva em torno de 30 minutos). Também fica apresentável colocar o creme em ramequins individuais.

Outra forma de fazer: depois de coar o composto de milho, você pode colocar na panela com o refogado de cebola e juntar o fubá e o queijo. Isso porque alguns preferem as cebolas em pedaços maiores.

Bon appétit!


Glossário para iniciantes perdidos:

  • Debulhar: é o processo de tirar os grãos da espiga. Pode ser feito com a espiga cozida ou crua, mas neste caso pode ser com ela crua.

Dica:

Sirva este prato como entrada em almoço ou jantar com 3 etapas (antes do prato principal). A boa também é acompanhar este suflê dos vizinhos paraguaios com uma salada de rúcula.

Curiosidades:

O Paraguai possui uma forte influência indígena na gastronomia – assim como aconteceu com a comida no Brasil. Por lá o milho é um produto muito comum na alimentação diária. A sopa paraguaia foi criada pelos índios da fronteira paraguaia e sul mato-grossense, e com o passar dos anos sua receita foi se modernizando. 

Faça também:

CUISINEZ FÁCIL: Quiche Lorraine

Anúncios

Read Full Post »

Vamos começar 2011 seguindo os princípios básicos de Cuisinez Fácil, que é o de apresentar uma receita simples ao seleto grupo de leitores. Esta receita de Farofa de Bacon com Banana não tem mistério nem grandes dificuldades. Os ingredientes são simples de encontrar, e o preparo simples e rápido.

Comece seu ano acessando o blog e, ainda, partilhando aquilo que você faz na cozinha. Se tiver alguma receita que queira mostrar mande a foto do prato para joannes.receitas@gmail.com. Tenha certeza que a receita será bem visualizada, afinal Cuisinez Fácil teve mais de 7 mil visitas em 2011. Vamos à receita?

Vive la bonne cuisine!

jo

Imagem: Joannes Lemos

Farofa de Banana: direto da República das Bananas para sua mesa



Tire da despensa:

– 1 xícara (de chá) de farinha de mandioca
– Banana nanica ou prata cortada em cubos pequenos
– 2 colheres (de sopa) de cebola picada bem fina
– 1 colher (de sopa) de manteiga
– 1 dente de alho ralado
– 1 colher (de sopa) de azeite
– 1 xícara (de chá) de bacon picadinho
– ½ xícara (de chá) de linguiça calabresa defumada picadinha
– Sal e cheiro verde a gosto
– cebolinha francesa a gosto

Mão na Massa:

Refogue o bacon e a linguiça no azeite e na manteiga. Junte a cebola e o alho e quando estiverem dourados acrescente a banana. A quantidade de banana é a gosto, mas para esta quantidade de farinha eu usei três da prata grandes. Frite rapidamente para não desmanchar as bananas. Em seguida coloque a farinha e mexa até dourar, sempre tomando cuidado para não desmanchar as bananas. Desligue o fogo e tempere com uma leve pitada de sal. Espalhe a cebolinha francesa.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Cebolinha francesa: conhecida também como ceboulette, a cebolinha francesa é uma espécie diferente da cebolinha que normalmente utilizamos em nossas cozinhas. Ela possui um sabor mais delicado que a cebolinha comum. Desta forma ela é muito utilizada pelos grandes chefs internacionais, não só para condimentar como também para decorar os pratos. Por isso, inove! Deixe um pouco de lado a cebolinha tradicional e utilize também a cebolinha francesa. A noté?

Dica:

Ao final do preparo, se preferir, você pode acrescentar uva-passa (também a gosto). Pimentão também dá um sabor diferenciado, e, caso goste, acrescente um quarto da hortaliça (pode ser verde, vermelho ou amarelo).

Curiosidades:

A banana é mencionada em documentos escritos, pela primeira vez na história, em textos budistas de cerca de 600 a.C.. Sabe-se que Alexandre, o Grande comeu bananas nos vales da Índia em 327 a.C.. Só se encontram, porém, plantações organizadas de banana a partir do século III d.C. na China. Em 650, os conquistadores islâmicos levaram-na para a Palestina. Foram, provavelmente, os mercadores árabes que a divulgaram por grande parte de África, provavelmente até à Gâmbia. A palavra banana teve origem na África Ocidental e, adotada pelos portugueses e espanhóis, veio a ser usada, por exemplo, na língua inglesa.

Faça também:

CUISINEZ FÁCIL: Sanduichinho com Linguiça e Manjericão

Read Full Post »

A abobrinha não é um fruto, digamos, popular. Há quem torça o nariz só de ouvir falar o nome deste legume de formato não muito aceitável – se é que vocês me entendem. Mas a abobrinha pode sim ser bem apreciada se preparada com todo o cuidado e carinho que uma boa refeição merece. E o prato que Cuisinez Fácil traz hoje aos leitores é bem conhecido, gostoso e sem muitas complicações no preparo.

Agora, quando quiser comer uma deliciosa abobrinha recheada acompanhada de um bom pão sírio não precisa mais ir ao Habbib’s. Faça em casa.

Vive la bonne cuisine!

yh

Imagem: Joannes Lemos

Abobrinha recheada: não precisa mais ir ao Habbib’s para comer esta delícia



Tire da despensa:

3 abobrinhas

400g de carne moída

2 tomates grandes

½ xícara de água

1 cebola picada

2 dentes de alho

Pimenta do reino (opcional)

Sal

1 xícara de arroz cozido

Mão na massa:

Tempere 200g de carne moída crua com o alho já amassado, meia cebola picada (reserve a outra metade), a pimenta do reino e o sal, misturando tudo com as mãos. Reserve e deixe separados os outros 200g da carne moída.

Lave bem as abobrinhas em água corrente e não as descasque. Corte a ponta de uma das extremidades, e, com uma colher de café (aquela colher pequena) vá tirando cuidadosamente todo o miolo da abobrinha. Tome cuidado ao se aproximar do fundo, para não furá-la. Esse é um trabalho que exige paciência e certos graus de habilidade. Enquanto faz isso encha uma panela grande com água, coloque uma pitada de sal e um fio de óleo e deixe ferver.

Misture a xícara de arroz já cozido à carne e faça um bolinho. Recheie cada abobrinha com este recheio, cuidadosamente. Depois disso, coloque cada abobrinha na água fervente e deixe cozinhar por cerca de 10 minutos. Retire com uma escumadeira e reserve.

Em outra panela adicione um fio de óleo, frite a outra metade da cebola, junte os 200g de carne moída restantes e dois tomates grandes bem picadinhos (sem sementes). Junte meia xícara de água e uma pitada de sal e deixe cozinhar. Depois de pronto, coloque este molho por cima das abobrinhas recheadas.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Colher de Café: pra você que se perde na hora de saber o tamanho das colheres, a colher de café é aquela que se usa para mexer o cafezinho. Enfim, é aquela colher beeem pequena. Acredite, mas tem gente que se perde com isso.

Dicas:

Sirva suas abobrinhas recheadas com um bom punhado de pão sírio – encontrado em qualquer mercadinho. Se preferir, sirva também com arroz branco. Para beber uma dica é um bom vinho branco de uvas Trebbiano do sul do Brasil. Barato e fácil de encontrar também.

Curiosidades:

No Brasil a palavra abobrinha pode ser usada também como significado de “besteira”. Ex:Faustão só fala abobrinhas.”

Faça também:

CUISINEZ FÁCIL: Torta de Batata e Atum

Read Full Post »

Hoje eu publicaria uma dica de sobremesa, afinal, as duas últimas receitas foram de pratos salgados. Para surpresa, a temperatura caiu drasticamente em São Paulo – e em outras partes do Brasil. Inesperadamente resolvi mudar o menu do dia de Cuisinez Fácil, publicando uma deliciosa receita de Caldo de Feijão. Afinal de contas, não tem coisa melhor do que tomar um caldinho quando as temperaturas estão em queda. Se for ao lado de quem a gente gosta, então, hummm!

Vive la bonne cuisine!

iu

Imagem: Joannes Lemos

Caldo de Feijão: mande o frio para looonge!!



Tire da despensa:

400g de feijão preto

250g de paio ou linguiça calabresa

2 tomates

2 batatas grandes

Azeitonas sem caroço

Meia cebola

½ xícara de cebolinha e salsinha

4 colheres de sopa de azeite

1 dente de alho amassado

Sal a gosto

4 copos de água

Mão na Massa:

Comece preparando o feijão (mas se já tiver ele pronto de outros carnavais, também pode utilizá-lo, afinal na cozinha nada pode ser desperdiçado). Atualmente o feijão que você compra no supermercado já vem limpinho, sem as famigeradas pedrinhas e sujeirinhas. Mas não custa nada “catá-lo”, como era muito comum tempos atrás. Depois de selecionar o feijão, coloque-o em uma peneira e lave em água corrente.

Cozinhe em uma panela de pressão de acordo com as normas de segurança do fabricante. Eu cozinho o feijão da seguinte forma: depois que a panela pega pressão deixo cozinhando por 15 minutos. Desligo o fogo, retiro toda a pressão da panela (levantando o pino em tempos espaçados com uma faquinha ou colher), ligo o fogo novamente e, depois que pega pressão de novo deixo cozinhando por mais 10 minutinhos. Retiro novamente toda a pressão (nunca destampe sem fazer isso), e pronto.

Se o feijão estiver com muita água elimine boa parte dela. Enquanto o feijão cozinha lave as batatas, pique todas e coloque para cozinhar em uma panela com água e uma pitada de sal. Enquanto isso, pique dois tomates em cubos (retirando as sementes, mas pode manter a pele sem nenhum problema). Aproveite também para picar as azeitonas.

No liquidificador, bata o feijão cozido (separe meia xícara dele inteiro para usar depois) com a batata cozida e um tomate picado (o outro tomate será usado depois). Numa panela funda, frite no azeite em fogo médio meia cebola picada, o alho amassado e deixe dourar rapidamente. Junte o outro tomate picado e o paio cortado em rodelas (ou a calabresa, ou se quiser use os dois, fica delicioso).

Depois que der uma leve fritada acrescente o caldo que foi batido no liquidificador. Mexa bem e acrescente mais um pouquinho de sal, a azeitona picadinha, a cebolinha e a salsinha. Mexa tudo até dar uma leve aquecida. Coloque o pouco de feijão inteiro que deixou separado, porque aí quando você comer terá os grãozinhos de feijão. Pronto. Para acompanhar nada melhor do que uma porção de torradas.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

Panela de pressão: tome cuidado ao fechá-la. Panela de pressão com qualquer tipo de abertura é um perigo. Verifique sempre as condições da borracha. E não siga aquelas dicas de tiazinha velha que dizem para abrir a panela debaixo da água logo após o cozimento. A tampa só pode ser aberta quando toda a pressão for eliminada. E siga sempre a indicação de volume de alimento e água no manual de instrução da panela.

Dica:

Existem várias maneiras de preparar um caldo de feijão. Esta não é uma receita fechada, como quase tudo na culinária. Então uma dica é acrescentar uma xícara de bacon frito. Se você não gosta de tomate ou azeitonas não precisa colocá-los na receita. Outra dica é aumentar a quantidade de cebolinha e salsinha, deixando uma parte para jogar por cima do caldo no seu prato – assim como se faz quando se joga queijo por cima de uma sopa. Algumas pessoas gostam de colocar algum tipo de massa no caldo (argolinha, parafuso, conchinha, entre outras). Eu, particularmente, não coloco, porque acho que tira o protagonismo do feijão.

Curiosidades:

“Dez entre dez brasileiros preferem feijão. O preto que satisfaz”, já dizia o refrão de abertura da novela “Feijão Maravilha”, que a Globo levou ao ar em 1979. Este alimento rico em ferro não falta na mesa do brasileiro, sendo o ator principal de um dos pratos mais brasileiros: a feijoada.

De acordo com a Embrapa, os feijões estão entre os alimentos mais antigos, remontando aos primeiros registros da história da humanidade. Eram cultivados no antigo Egito e na Grécia, sendo, também, cultuados como símbolo da vida. Os antigos romanos usavam extensivamente feijões nas suas festas gastronômicas, utilizando-os até mesmo como pagamento de apostas.

Foram encontradas referências aos feijões na Idade do Bronze, na Suíça, e entre os hebraicos, cerca de 1.000 a.C. As ruínas da antiga Tróia revelam evidências de que os feijões eram o prato favorito dos robustos guerreiros troianos.

Faça também:

CUISINEZ FÁCIL: Sopa de Mandioquinha

Read Full Post »

Receitinha gostosa que serve pro lanche ou para um jantarzinho informal. A quiche – sim, com artigo no feminino – é um bom aperitivo para ser servido principalmente quando você receber umas visitinhas em sua casa. É algo simples, mas que tem a sofisticação de um prato supostamente mais elaborado, e que foge da breguice da coxinha e pastelzinho (aperitivos deliciosos, mas cafonas para servir aos amigos que vão em sua casa).

Por isso caros amigos, vamos aos fatos. Aproveite esta dica de Cuizinez Fácil, pegue caneta e papel, anote tudo e corra pra cozinha. Deixe o encosto da preguiça de lado.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Quiche Lorraine: para você fugir da coxinha e do pastelzinho frito



Tire da despensa:

Ingredientes para a massa:

2 ½ xícaras de farinha de trigo
4 colheres (sopa) de manteiga
1 xícara (chá) de creme de leite
1 ovo
sal

Ingredientes para o recheio:
1 xícara (chá) de leite
2 ovos
1 xícara (chá) de creme de leite
½ xícara (chá) de bacon frito
1 xícara (chá) de queijo mussarela ralado
sal
pimenta

Mão na Massa:

Em um recipiente, coloque a farinha, a manteiga, o creme de leite, o ovo e o sal. Misture bem e deixe descansar por 10 minutos. Distribua a massa em uma assadeira redonda e, com o auxílio de um garfo, fure levemente toda a superfície da forma.

Para fazer o recheio, em uma vasilha, misture todos os ingredientes. Despeje sobre a massa e leve ao forno pré-aquecido a 200°C por aproximadamente 20 a 25 minutos, ou até ficar bem douradinho por cima. Eu particularmente gosto de desinformar a quiche e colocar em um prato. Depois coloco umas folhas de salsa ou talo de cebolinha em volta pra dar aquela caprichada no visual. Porém, a forma que uso para fazer a quiche – uma rasa com ranhuras nas laterais, que dão o aspecto estrelado ao prato – não tem fundo removível. Então eu faço uma manobra para tirá-la da forma e colocar no prato sem quebrar. Até hoje deu certo.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Sal: tome cuidado com a quantidade que usa. Coloque pouquíssimo sal, porque o queijo já é salgadinho e o bacon também. Depois não me venha mandar mensagem pelo Orkut, Facebook ou Twitter falando que deu errado. Experiência própria. No último Natal eu exagerei no queijo e me estrepei. Achei que estava abafando e quando fui comer a quiche estava sal puro. E ainda tive que me contentar com os elogios falsos da parentada dizendo que estava uma delícia. Já diz o velho ditado: quem avisa amigo é!

Dica:

Você pode substituir o bacon por linguiça calabresa defumada picadinha.

Curiosidades:

A palavra quiche vem do alemão e significa, em dialeto, “torta”. Graças a sua versão mais famosa, a quiche lorraine – em breve receita dela aqui no blog – um prato típico da Alsácia e Lorena, região que compreende a divisa entre a França e Alemanha (onde minha querida amiga Bartira morou na ocasião de seu mestrado), o termo também foi introduzido na língua francesa. Merveille!!

Read Full Post »

Difícil encontrar quem não goste de macarrão nessa vida. O prato é praticamente tão popular aqui no Brasil quanto o arroz e o feijão nosso de cada dia. Colocar o macarrão no prato na hora do almoço e jantar virou praticamente um hábito do brasileiro. E como não poderia deixar de ser, Cuisinez Fácil traz hoje uma massa fácil de fazer e gostosa de comer, e que ainda foge do trivial bolonhesa-molho branco-alho e óleo, a trinca mais comum quando se pensa em molho para macarrão.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Fusilli Tricolore: inove e faça um molho diferente e gostoso



Tire da despensa:

250g de fusilli tricolore

1 xícara de chá de tomate picado

1 xícara de chá de cenoura ralada

1 xícara de chá de abobrinha ralada

1 xícara de chá de brócolis

½ cebola picada

2 colheres de sopa de salsinha picada

2 colheres de sopa de cebolinha picada

½ xícara de chá de azeite

Sal

Pimenta-do-reino para jogar por cima

Mão na Massa:

Coloque água com sal em uma panela, e, depois que levantar fervura jogue o macarrão e deixe cozinhar. Depois que cozinhar, reserve. Em outra panela refogue a cebola no azeite e acrescente o tomate. Mexa-o por uns dois minutos e acrescente a cenoura, a abobrinha e os brócolis. Mexa em fogo médio por mais uns quatro ou cinco minutinhos para refogar os legumes.

Para finalizar, acrescente neste refogado o macarrão, a salsinha e a cebolinha. Se desejar, salpique um pouquinho de nada de pimenta-do-reino por cima. O quê? Terminou? É claaaaro! Simples assim!

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Xícara de Chá – as medidas são um grande problema na cozinha da maioria das pessoas. Eu também vivo me perdendo com isso, mas, para facilitar minha vida, comprei um dosador, que é um recipiente igual uma caneca grande com marcações para líquido, farinha e açúcar. Uma xícara de chá equivale a 240ml de líquido, 120g no caso de farinha, 200g no caso de manteiga e 180g no caso de açúcar. No caso dos líquidos, para ajudar, uma xícara de chá é o mesmo que 16 colheres de sopa.
  • Colher de sopa – Tem gente que não sabe o que é uma colher de sopa. Mas calma! Esta colher é aquela maior dentre as colheres utilizadas nas refeições, aquela que muita gente usa para comer a “malmita”.

Dicas:

Se quiser deixar este prato um pouco mais calórico você pode colocar bacon ou calabresa – ambos picadinhos. Basta dar uma leve tostada neles (naquele que for usar, não coloque os dois) numa panela com óleo, azeite ou manteiga (eu prefiro esta última). A consciência não ficará pesada, visto que o Fusilli Tricolore Especial leva muitos legumes.

Você também pode trocar a massa. Ao invés do fusilli fica legal usar o farfalle tricolore. “Caramba Joannes, esse macarrão deve ser difícil de achar hein!”. Não se faça de louco, o farfalle nada mais é do que o macarrão gravatinha. Copiou?

Curiosidades:

Também conhecido como ‘massa em rosquinha’ ou ‘parafuso’, o fusilli vem ganhando muita apreciação nos últimos anos. Este tipo de massa acabou ganhando subtipos: o fusilli mais comum, aquele que tem duas estrias; o fusilli mini, igual ao anterior, porém menor; e o fusilli com vegetais, que lhe confere cores variadas, geralmente vindo em três tonalidades nas embalagens (os tricolores desta receita).

Read Full Post »

Cachorro quente é o típico lanche para comer quando a preocupação com a balança está longe. É também nesse sanduíche que a maioria das pessoas pensa quando vai receber uma visita informal em casa.

E o que falar então daquela festinha de aniversário feita em cima da hora na casa de um amigo? Ou então naquela comemoração de fim de ano da empresa? Da próxima vez, ao invés de levar o cachorro quente convencional, com o molho dentro do pão, leve este que Cuisinez Fácil apresenta hoje. Assado ele também fica muito gostoso, e, ao invés do pão, você utilizará uma massa feita por suas próprias mãos.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Cachorro quente de forno: para a alegria geral da galera


Tire da despensa:

Para a massa

4 ovos

3 xícaras de chá de leite (cerca de 720ml)

1 xícara de chá de óleo (cerca de 240ml)

3 xícaras de chá de farinha de trigo (cerca de 360g)

1 colher de sopa de fermento em pó (o famoso pó Royal)

1 colher de sopa bem cheia de margarina ou manteiga

Sal

Para o recheio

1 cebola picadinha

1 dente de alho

3 tomates picados e sem semente

½ xícara de chá de molho de tomate pronto

500g de salsicha picada

½ xícara de chá de salsinha

4 colheres de sopa de azeite

1 tablete de caldo de carne

3 colheres de sopa de farinha de rosca

3 colheres de sopa de queijo parmesão ralado

Mão na massa:

Para facilitar, primeiro prepare o recheio. Em uma panela aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Depois de uma leve dourada acrescente o caldo de carne e dissolva. Feito isso acrescente os tomates picados, o molho de tomate e a salsicha e deixe cozinhar rapidamente. Quando desligar o fogo acrescente a salsinha já picada.

Agora prepare a massa do cachorro quente. No liquidificador, coloque os ovos, o leite, o óleo e o sal. Bata por um breve tempo. Numa tigela coloque a farinha de trigo e o fermento. Junte a este composto o conteúdo do liquidificador e mexa bastante. Mexa bastante, acrescente o fermento em pós e mexa mais um pouco.

Unte uma forma com manteiga e polvilhe nela um pouco de farinha. Coloque metade da massa, por cima da massa coloque todo o molho de salsicha – espalhando bem – e por fim cubra com o restante da massa. Misture a farinha de rosca com o queijo parmesão ralado e jogue por cima da massa. Leve ao forno pré-aquecido a 190° por cerca de 40 minutos. Quando retirar espere esfriar um pouco para cortar em pedaços. Se cortar logo depois de tirar do forno ele pode dspedaçar.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

Confesso que está cada vez mais difícil colocar alguma coisa no glossário, porque o grau de dificuldade desta receita é quase zero. Mas, para não ficar em branco, sim, vocês podem utilizar cebola e alho vendidos prontos. E sobre os ovos é aquilo já dito antes aqui neste blog: quebre cada um em um recipiente separado e só depois coloque junto aos outros ingredientes. Porque vai que numa quebrada você coloca um ovo podre sem perceber, não é?

Dicas:

Se você não quiser rechear com salsicha coloque frango desfiado ou calabresa cortadinha. A receita não será um cachorro quente propriamente dito mas ficará tão bom quanto. Você também pode acrescentar outros ingrediente no molho, como milho verde e azeitonas. Use a imaginação!

Curiosidades:

Quando se fala em cachorro quente logo se lembra da salsicha. As informações sobre a origem do produto são divergentes. Uns contam que a salsicha surgiu em Frankfurt, na Alemanha, em 1484. Outras informações dão conta de que o produto surgiu bem depois, no final do século XVII no mesmo país.

Da mesma forma não se sabe ao certo a data exata de quando surgiu o cachorro quente. Alguns historiadores mencionam que o sanduíche foi criado por um comerciante alemão que morava nos Estados Unidos ainda no século XIX, por volta do ano de 1860. As informações podem ser incertas, mas que a guloseima é boa, isso é inegável.

Read Full Post »

Older Posts »

%d blogueiros gostam disto: