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Posts Tagged ‘bacon’

Esfriou novamente na capital paulista. Isso por si só já é um grande motivo para correr pro fogão e fazer algo quentinho e gostoso para degustar. Ou melhor, para se empanturrar. Porque com o frio nada melhor do que comer bem, não é verdade? Pensando no seu bem-estar Cuisinez Fácil traz hoje uma receita très facile: Caldo Verde. Papel e caneta na mão, e depois, é só correr pro fogão.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Caldo Verde: boa pedida para suas noites frias


Tire da despensa:

600g de batata

100g de paio

100g de linguiça portuguesa

100g de bacon

½ maço de couve manteiga

½ unidade de cebola

2 dentes de alho picado

Quanto baste de azeite para refogar

Quanto baste de sal para temperar

Quanto baste de pimenta-do-reino para temperar

Quanto baste de parmesão

Mão na Massa:

Prepare com cuidado a mise en place da sua receita. É ela quem facilita o preparo do prato. Descasque as batatas, corte em pedaços pequenos e reserve. Tire a pele dos embutidos (paio, linguiça portuguesa, do bacon não é necessário), corte no tamanho que desejar e reserve. Lave a couve manteiga e corte em chiffonade (enrola-se a couve e corta-se em tirinhas finas). Reserve.

Comece refogando a cebola no azeite. Quando a cebola estiver começando a ficar transparente adicione o alho picadinho. Espere o alho começar a fritar e coloque as linguiças para refogar em fogo médio para não queimar os temperos. O bacon você frita à parte para acrescentar no final do preparo.

Depois de 5 minutos, cubra os embutidos com água o suficiente para ficar uns 2 dedos acima de ambos e deixe ferver por 15 a 20 minutos. Se quiser, com o auxílio de uma escumadeira retire a espuma que se forma e assim você irá “desengordurar” o seu caldo verde.

Passado o tempo, retire as linguiças e reserve. No caldo coloque as batatas para cozinhar. Se ver que a batata não está toda submersa na água, complete com água o suficiente para deixar uns 2 dedos acima da batata. Após uns 15 minutos de cozimento desligue o fogo e jogue as batatas com a água no liquidificador. Bata bem e volte o caldo pra panela. Cada um tem seu gosto, mas se você achar que o caldo está grosso pode acrescentar um pouco mais de água.Volte com os embutidos para a panela e deixe ferver por no máximo 5 minutos. Enquanto isso pegue um terço da couve manteiga e bata no liquidificador com meio copo de água, fazendo um suco verde. Jogue este suco na panela para dar mais cor ao caldo. Acrescente o bacon já frito. Acerte o sal e pimenta ao seu gosto. Ao desligar o fogo adicione a couve manteiga cortada que sobrou. Colocando a couve apenas no final a faz ficar “al dente”.

O queijo parmesão é para acompanhar. Portanto, não o salpique na panela, pois alguns comensais não gostam. Está pronto.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Mise en place: é um termo francês que significa, literalmente, “posta no lugar”. Consiste na fase inicial para a preparação de um prato, onde separa-se todos os utensílios e ingredientes necessários para executar a receita. Os ingredientes devem ser medidos, e, se necessário, descascados, cortados, etc. É fundamental fazer a mise en place para o sucesso de qualquer receita.

Dica:

Sirva com torradas de pão italiano salpicadas com queijo parmesão ralado grosso. E é claro, um bom vinho tinto também cai muitíssimo bem.

Curiosidades:

O caldo verde é uma sopa de couve galega, típica do norte de Portugal. É provavelmente a mais famosa sopa portuguesa feita aqui no Brasil, e é difícil achar quem não goste desta delícia.

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CUISINEZ FÁCIL: Caldo de Feijão

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Já sei, e vou falar de novo: o compromisso de Cuisinez Fácil é com a rapidez no preparo dos pratos. Tudo bem, eu admito: algumas receitas postadas aqui necessitam de um tempo de preparação maior, mas cozinha é assim mesmo.

Hoje trago aos leitores uma comida gostosa, apetitosa e que não vai tomar muito tempo de sua rotina. Chegou da facul ou do trabalho com fome e está com pressa? Passa no Cuisinez Fácil que seu problema já já é resolvido…rsrsrs

Vamos à receita.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Espaguete Rápido: incrementado e gostoso para sua degustação

Tire da Despensa:

250 gramas de espaguete ou talharim

100 gramas de paio

50 gramas de bacon

Meia cebola

2 dentes de alho

3 tomates grandes, vermelhos e carnudos

Azeite

Sal

Pimenta do reino

Mão na massa:

Em uma panela, cozinhe a massa (com bastante água e um fio de azeite). Enquanto isso faça a mise em place (as aulas de gastronomia estão surtindo efeito!!). Numa panela menor, ferva água (o suficiente para cobrir os tomates). Faça um corte raso em forma de cruz no “bumbum” do tomate. Mergulhe cada um por 1 minuto na água. Retire e mergulhe numa bacia com água fria. Depois disso, puxe a pele que estará levemente solta. Este processo se chama deixar o tomate em concassé. Depois, é só cortar em pedaços, retirar as sementes e picar o tomate em quadradinhos.

Corte a cebola em cubinhos (pode ser no formato macédoine), assim como o paio e o bacon também podem ser cortados em quadradinhos pequenos. Amasse os dentes de alho.  Na panela, aqueça o azeite (umas 5 colheres de sopa bem cheia), acrescente o alho e doure um pouco. Em seguida acrescente a cebola e doure mais um pouco, mas cuidado para não queimar.

Acrescente o bacon e o paio e dê uma salteada, até perceber que ambos ficaram levemente tostados.  Acrescente o tomate concassé e deixe o molho apurar, por cerca de 5 minutos. Acerte o sal e a pimenta do reino. Escorra o macarrão, e jogue na panela onde está nosso querido molho.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

Mise en place: o termo francês significa em tradução literal “colocar no lugar”. Consiste na fase inicial do preparo de qualquer prato, onde se separa todos os utensílios e ingredientes necessários a obra prima. Os ingredientes devem ser medidos, e, se necessário, descascados e cortados. É essencial fazer a mise en place para a execução de qualquer receita, desta forma você evita de sair correndo como um louco atrás de um ingrediente no momento em que as coisas estão em cocção na panela. Os cozinheiros profissionais jamais sobrevivem sem a mise en place.

Dica:

Conselho bem básico: quando ficar pronto, salpique queijo parmesão ralado. Se preferir, coloque também umas folhinhas de manjericão ao molho assim que desligar o fogo.

Curiosidades:

Durante a Idade Média, a palavra bacon (ou bacoun) era empregada para referir o porco como um todo. Apesar de fazermos associação do bacon com os Estados Unidos e a Inglaterra, aparentemente ele surgiu em outro lugar, mais especificamente no que hoje é a Alemanha. Foi só no século XVII que o bacon começou a ser sinônimo das costas do porco desidratada com sal e depois defumada. Falando nisso, bacon vem de back, que quer dizer costas em inglês.  Apesar de não ser uma invenção da Inglaterra, o método inglês foi o mais reproduzido na maioria dos outros países, e é o que ainda usamos hoje.

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Vamos começar 2011 seguindo os princípios básicos de Cuisinez Fácil, que é o de apresentar uma receita simples ao seleto grupo de leitores. Esta receita de Farofa de Bacon com Banana não tem mistério nem grandes dificuldades. Os ingredientes são simples de encontrar, e o preparo simples e rápido.

Comece seu ano acessando o blog e, ainda, partilhando aquilo que você faz na cozinha. Se tiver alguma receita que queira mostrar mande a foto do prato para joannes.receitas@gmail.com. Tenha certeza que a receita será bem visualizada, afinal Cuisinez Fácil teve mais de 7 mil visitas em 2011. Vamos à receita?

Vive la bonne cuisine!

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Imagem: Joannes Lemos

Farofa de Banana: direto da República das Bananas para sua mesa



Tire da despensa:

– 1 xícara (de chá) de farinha de mandioca
– Banana nanica ou prata cortada em cubos pequenos
– 2 colheres (de sopa) de cebola picada bem fina
– 1 colher (de sopa) de manteiga
– 1 dente de alho ralado
– 1 colher (de sopa) de azeite
– 1 xícara (de chá) de bacon picadinho
– ½ xícara (de chá) de linguiça calabresa defumada picadinha
– Sal e cheiro verde a gosto
– cebolinha francesa a gosto

Mão na Massa:

Refogue o bacon e a linguiça no azeite e na manteiga. Junte a cebola e o alho e quando estiverem dourados acrescente a banana. A quantidade de banana é a gosto, mas para esta quantidade de farinha eu usei três da prata grandes. Frite rapidamente para não desmanchar as bananas. Em seguida coloque a farinha e mexa até dourar, sempre tomando cuidado para não desmanchar as bananas. Desligue o fogo e tempere com uma leve pitada de sal. Espalhe a cebolinha francesa.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Cebolinha francesa: conhecida também como ceboulette, a cebolinha francesa é uma espécie diferente da cebolinha que normalmente utilizamos em nossas cozinhas. Ela possui um sabor mais delicado que a cebolinha comum. Desta forma ela é muito utilizada pelos grandes chefs internacionais, não só para condimentar como também para decorar os pratos. Por isso, inove! Deixe um pouco de lado a cebolinha tradicional e utilize também a cebolinha francesa. A noté?

Dica:

Ao final do preparo, se preferir, você pode acrescentar uva-passa (também a gosto). Pimentão também dá um sabor diferenciado, e, caso goste, acrescente um quarto da hortaliça (pode ser verde, vermelho ou amarelo).

Curiosidades:

A banana é mencionada em documentos escritos, pela primeira vez na história, em textos budistas de cerca de 600 a.C.. Sabe-se que Alexandre, o Grande comeu bananas nos vales da Índia em 327 a.C.. Só se encontram, porém, plantações organizadas de banana a partir do século III d.C. na China. Em 650, os conquistadores islâmicos levaram-na para a Palestina. Foram, provavelmente, os mercadores árabes que a divulgaram por grande parte de África, provavelmente até à Gâmbia. A palavra banana teve origem na África Ocidental e, adotada pelos portugueses e espanhóis, veio a ser usada, por exemplo, na língua inglesa.

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CUISINEZ FÁCIL: Sanduichinho com Linguiça e Manjericão

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Hoje eu publicaria uma dica de sobremesa, afinal, as duas últimas receitas foram de pratos salgados. Para surpresa, a temperatura caiu drasticamente em São Paulo – e em outras partes do Brasil. Inesperadamente resolvi mudar o menu do dia de Cuisinez Fácil, publicando uma deliciosa receita de Caldo de Feijão. Afinal de contas, não tem coisa melhor do que tomar um caldinho quando as temperaturas estão em queda. Se for ao lado de quem a gente gosta, então, hummm!

Vive la bonne cuisine!

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Imagem: Joannes Lemos

Caldo de Feijão: mande o frio para looonge!!



Tire da despensa:

400g de feijão preto

250g de paio ou linguiça calabresa

2 tomates

2 batatas grandes

Azeitonas sem caroço

Meia cebola

½ xícara de cebolinha e salsinha

4 colheres de sopa de azeite

1 dente de alho amassado

Sal a gosto

4 copos de água

Mão na Massa:

Comece preparando o feijão (mas se já tiver ele pronto de outros carnavais, também pode utilizá-lo, afinal na cozinha nada pode ser desperdiçado). Atualmente o feijão que você compra no supermercado já vem limpinho, sem as famigeradas pedrinhas e sujeirinhas. Mas não custa nada “catá-lo”, como era muito comum tempos atrás. Depois de selecionar o feijão, coloque-o em uma peneira e lave em água corrente.

Cozinhe em uma panela de pressão de acordo com as normas de segurança do fabricante. Eu cozinho o feijão da seguinte forma: depois que a panela pega pressão deixo cozinhando por 15 minutos. Desligo o fogo, retiro toda a pressão da panela (levantando o pino em tempos espaçados com uma faquinha ou colher), ligo o fogo novamente e, depois que pega pressão de novo deixo cozinhando por mais 10 minutinhos. Retiro novamente toda a pressão (nunca destampe sem fazer isso), e pronto.

Se o feijão estiver com muita água elimine boa parte dela. Enquanto o feijão cozinha lave as batatas, pique todas e coloque para cozinhar em uma panela com água e uma pitada de sal. Enquanto isso, pique dois tomates em cubos (retirando as sementes, mas pode manter a pele sem nenhum problema). Aproveite também para picar as azeitonas.

No liquidificador, bata o feijão cozido (separe meia xícara dele inteiro para usar depois) com a batata cozida e um tomate picado (o outro tomate será usado depois). Numa panela funda, frite no azeite em fogo médio meia cebola picada, o alho amassado e deixe dourar rapidamente. Junte o outro tomate picado e o paio cortado em rodelas (ou a calabresa, ou se quiser use os dois, fica delicioso).

Depois que der uma leve fritada acrescente o caldo que foi batido no liquidificador. Mexa bem e acrescente mais um pouquinho de sal, a azeitona picadinha, a cebolinha e a salsinha. Mexa tudo até dar uma leve aquecida. Coloque o pouco de feijão inteiro que deixou separado, porque aí quando você comer terá os grãozinhos de feijão. Pronto. Para acompanhar nada melhor do que uma porção de torradas.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

Panela de pressão: tome cuidado ao fechá-la. Panela de pressão com qualquer tipo de abertura é um perigo. Verifique sempre as condições da borracha. E não siga aquelas dicas de tiazinha velha que dizem para abrir a panela debaixo da água logo após o cozimento. A tampa só pode ser aberta quando toda a pressão for eliminada. E siga sempre a indicação de volume de alimento e água no manual de instrução da panela.

Dica:

Existem várias maneiras de preparar um caldo de feijão. Esta não é uma receita fechada, como quase tudo na culinária. Então uma dica é acrescentar uma xícara de bacon frito. Se você não gosta de tomate ou azeitonas não precisa colocá-los na receita. Outra dica é aumentar a quantidade de cebolinha e salsinha, deixando uma parte para jogar por cima do caldo no seu prato – assim como se faz quando se joga queijo por cima de uma sopa. Algumas pessoas gostam de colocar algum tipo de massa no caldo (argolinha, parafuso, conchinha, entre outras). Eu, particularmente, não coloco, porque acho que tira o protagonismo do feijão.

Curiosidades:

“Dez entre dez brasileiros preferem feijão. O preto que satisfaz”, já dizia o refrão de abertura da novela “Feijão Maravilha”, que a Globo levou ao ar em 1979. Este alimento rico em ferro não falta na mesa do brasileiro, sendo o ator principal de um dos pratos mais brasileiros: a feijoada.

De acordo com a Embrapa, os feijões estão entre os alimentos mais antigos, remontando aos primeiros registros da história da humanidade. Eram cultivados no antigo Egito e na Grécia, sendo, também, cultuados como símbolo da vida. Os antigos romanos usavam extensivamente feijões nas suas festas gastronômicas, utilizando-os até mesmo como pagamento de apostas.

Foram encontradas referências aos feijões na Idade do Bronze, na Suíça, e entre os hebraicos, cerca de 1.000 a.C. As ruínas da antiga Tróia revelam evidências de que os feijões eram o prato favorito dos robustos guerreiros troianos.

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CUISINEZ FÁCIL: Sopa de Mandioquinha

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Receitinha gostosa que serve pro lanche ou para um jantarzinho informal. A quiche – sim, com artigo no feminino – é um bom aperitivo para ser servido principalmente quando você receber umas visitinhas em sua casa. É algo simples, mas que tem a sofisticação de um prato supostamente mais elaborado, e que foge da breguice da coxinha e pastelzinho (aperitivos deliciosos, mas cafonas para servir aos amigos que vão em sua casa).

Por isso caros amigos, vamos aos fatos. Aproveite esta dica de Cuizinez Fácil, pegue caneta e papel, anote tudo e corra pra cozinha. Deixe o encosto da preguiça de lado.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Quiche Lorraine: para você fugir da coxinha e do pastelzinho frito



Tire da despensa:

Ingredientes para a massa:

2 ½ xícaras de farinha de trigo
4 colheres (sopa) de manteiga
1 xícara (chá) de creme de leite
1 ovo
sal

Ingredientes para o recheio:
1 xícara (chá) de leite
2 ovos
1 xícara (chá) de creme de leite
½ xícara (chá) de bacon frito
1 xícara (chá) de queijo mussarela ralado
sal
pimenta

Mão na Massa:

Em um recipiente, coloque a farinha, a manteiga, o creme de leite, o ovo e o sal. Misture bem e deixe descansar por 10 minutos. Distribua a massa em uma assadeira redonda e, com o auxílio de um garfo, fure levemente toda a superfície da forma.

Para fazer o recheio, em uma vasilha, misture todos os ingredientes. Despeje sobre a massa e leve ao forno pré-aquecido a 200°C por aproximadamente 20 a 25 minutos, ou até ficar bem douradinho por cima. Eu particularmente gosto de desinformar a quiche e colocar em um prato. Depois coloco umas folhas de salsa ou talo de cebolinha em volta pra dar aquela caprichada no visual. Porém, a forma que uso para fazer a quiche – uma rasa com ranhuras nas laterais, que dão o aspecto estrelado ao prato – não tem fundo removível. Então eu faço uma manobra para tirá-la da forma e colocar no prato sem quebrar. Até hoje deu certo.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Sal: tome cuidado com a quantidade que usa. Coloque pouquíssimo sal, porque o queijo já é salgadinho e o bacon também. Depois não me venha mandar mensagem pelo Orkut, Facebook ou Twitter falando que deu errado. Experiência própria. No último Natal eu exagerei no queijo e me estrepei. Achei que estava abafando e quando fui comer a quiche estava sal puro. E ainda tive que me contentar com os elogios falsos da parentada dizendo que estava uma delícia. Já diz o velho ditado: quem avisa amigo é!

Dica:

Você pode substituir o bacon por linguiça calabresa defumada picadinha.

Curiosidades:

A palavra quiche vem do alemão e significa, em dialeto, “torta”. Graças a sua versão mais famosa, a quiche lorraine – em breve receita dela aqui no blog – um prato típico da Alsácia e Lorena, região que compreende a divisa entre a França e Alemanha (onde minha querida amiga Bartira morou na ocasião de seu mestrado), o termo também foi introduzido na língua francesa. Merveille!!

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