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Posts Tagged ‘Cuisinez Fácil’

Prática, econômica e gostosa! Esses são três adjetivos que combinam bem com esta receita que Cuisinez Fácil traz hoje ao seleto grupo de leitores. Como o objetivo desta página é facilitar sua rotina na cozinha nada melhor do que fazer esta gelatina incrementada – o spumone não passa disso.

Sendo assim, da próxima vez que fizer gelatina acrescente mais alguns ingredientes e dê um toque de sofisticação para esta sobremesa. Surpreenda suas visitas e, ao invés de servir uma singela gelatina sirva um spumone.

Vive la bonne cuisine!

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Imagem: Joannes Lemos

Spumone de Morango: receita prática para adoçar seu pós-refeição



Tire da despensa:

2 caixinhas de gelatina de morango

1 lata de creme de leite (sem soro)

1 lata de leite condensado

½ caixinha de morango (opcional)

Mão na massa:

Prepare a gelatina de acordo com as instruções do fabricante – para quem não sabe o modo de fazer está na própria caixinha. Depois que a gelatina ferver, coloque-a no liquidificador e junte o creme de leite sem soro e o leite condensado. Bata bastante. Depois, coloque os morangos e bata grosseiramente (a intenção é deixar pequenos pedaços).

Coloque em um refratário e leve à geladeira até adquirir breve consistência. Se preferir, coloque em taças individuais. O spumone se formará em camadas: por baixo fica uma leve crosta de gelatina e por cima uma leve camada aerada, como se fosse uma espuminha mais durinha.

Só isso?? Simmmmmm!!

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos (requentado de outro post):

Retirando o soro do creme de leite – já coloquei essa dica aqui. Mas não custa repetir. Para retirar o soro do creme de leite, coloque a lata no freezer da sua geladeira e deixe lá por uns 30 minutos. Retire, abra a lata, faça uma fenda na lateral até o fundo com uma faquinha para abrir um caminho. É por ele que o soro irá escorrer.

Dica:

Você pode variar o sabor do spumone. Por exemplo: se fizer com gelatina de abacaxi, use pedacinhos desta fruta também. Se usar gelatina de maracujá, use sementes do próprio e misture no composto logo após bater no liquidificador.

Para dar um charme especial à sobremesa, eu reservei uns morangos para colocar por cima do spumone – eu optei por taças individuais. E ao lado do morango coloquei uma singela folha de hortelã. Quem disse que a gente não come com os olhos também?

Curiosidades:

Em muitas receitas de spumone é indicado usar claras em neve no composto. Facilite sua vida: dispense as claras e seja feliz.

Faça também:

CUISINEZ FÁCIL: Torta Trufada de Morango

CUISINEZ FÁCIL: Torta Trançada de Frutas

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Hoje eu publicaria uma dica de sobremesa, afinal, as duas últimas receitas foram de pratos salgados. Para surpresa, a temperatura caiu drasticamente em São Paulo – e em outras partes do Brasil. Inesperadamente resolvi mudar o menu do dia de Cuisinez Fácil, publicando uma deliciosa receita de Caldo de Feijão. Afinal de contas, não tem coisa melhor do que tomar um caldinho quando as temperaturas estão em queda. Se for ao lado de quem a gente gosta, então, hummm!

Vive la bonne cuisine!

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Imagem: Joannes Lemos

Caldo de Feijão: mande o frio para looonge!!



Tire da despensa:

400g de feijão preto

250g de paio ou linguiça calabresa

2 tomates

2 batatas grandes

Azeitonas sem caroço

Meia cebola

½ xícara de cebolinha e salsinha

4 colheres de sopa de azeite

1 dente de alho amassado

Sal a gosto

4 copos de água

Mão na Massa:

Comece preparando o feijão (mas se já tiver ele pronto de outros carnavais, também pode utilizá-lo, afinal na cozinha nada pode ser desperdiçado). Atualmente o feijão que você compra no supermercado já vem limpinho, sem as famigeradas pedrinhas e sujeirinhas. Mas não custa nada “catá-lo”, como era muito comum tempos atrás. Depois de selecionar o feijão, coloque-o em uma peneira e lave em água corrente.

Cozinhe em uma panela de pressão de acordo com as normas de segurança do fabricante. Eu cozinho o feijão da seguinte forma: depois que a panela pega pressão deixo cozinhando por 15 minutos. Desligo o fogo, retiro toda a pressão da panela (levantando o pino em tempos espaçados com uma faquinha ou colher), ligo o fogo novamente e, depois que pega pressão de novo deixo cozinhando por mais 10 minutinhos. Retiro novamente toda a pressão (nunca destampe sem fazer isso), e pronto.

Se o feijão estiver com muita água elimine boa parte dela. Enquanto o feijão cozinha lave as batatas, pique todas e coloque para cozinhar em uma panela com água e uma pitada de sal. Enquanto isso, pique dois tomates em cubos (retirando as sementes, mas pode manter a pele sem nenhum problema). Aproveite também para picar as azeitonas.

No liquidificador, bata o feijão cozido (separe meia xícara dele inteiro para usar depois) com a batata cozida e um tomate picado (o outro tomate será usado depois). Numa panela funda, frite no azeite em fogo médio meia cebola picada, o alho amassado e deixe dourar rapidamente. Junte o outro tomate picado e o paio cortado em rodelas (ou a calabresa, ou se quiser use os dois, fica delicioso).

Depois que der uma leve fritada acrescente o caldo que foi batido no liquidificador. Mexa bem e acrescente mais um pouquinho de sal, a azeitona picadinha, a cebolinha e a salsinha. Mexa tudo até dar uma leve aquecida. Coloque o pouco de feijão inteiro que deixou separado, porque aí quando você comer terá os grãozinhos de feijão. Pronto. Para acompanhar nada melhor do que uma porção de torradas.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

Panela de pressão: tome cuidado ao fechá-la. Panela de pressão com qualquer tipo de abertura é um perigo. Verifique sempre as condições da borracha. E não siga aquelas dicas de tiazinha velha que dizem para abrir a panela debaixo da água logo após o cozimento. A tampa só pode ser aberta quando toda a pressão for eliminada. E siga sempre a indicação de volume de alimento e água no manual de instrução da panela.

Dica:

Existem várias maneiras de preparar um caldo de feijão. Esta não é uma receita fechada, como quase tudo na culinária. Então uma dica é acrescentar uma xícara de bacon frito. Se você não gosta de tomate ou azeitonas não precisa colocá-los na receita. Outra dica é aumentar a quantidade de cebolinha e salsinha, deixando uma parte para jogar por cima do caldo no seu prato – assim como se faz quando se joga queijo por cima de uma sopa. Algumas pessoas gostam de colocar algum tipo de massa no caldo (argolinha, parafuso, conchinha, entre outras). Eu, particularmente, não coloco, porque acho que tira o protagonismo do feijão.

Curiosidades:

“Dez entre dez brasileiros preferem feijão. O preto que satisfaz”, já dizia o refrão de abertura da novela “Feijão Maravilha”, que a Globo levou ao ar em 1979. Este alimento rico em ferro não falta na mesa do brasileiro, sendo o ator principal de um dos pratos mais brasileiros: a feijoada.

De acordo com a Embrapa, os feijões estão entre os alimentos mais antigos, remontando aos primeiros registros da história da humanidade. Eram cultivados no antigo Egito e na Grécia, sendo, também, cultuados como símbolo da vida. Os antigos romanos usavam extensivamente feijões nas suas festas gastronômicas, utilizando-os até mesmo como pagamento de apostas.

Foram encontradas referências aos feijões na Idade do Bronze, na Suíça, e entre os hebraicos, cerca de 1.000 a.C. As ruínas da antiga Tróia revelam evidências de que os feijões eram o prato favorito dos robustos guerreiros troianos.

Faça também:

CUISINEZ FÁCIL: Sopa de Mandioquinha

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Tem coisa melhor nessa vida do que fazer algo bem flash na cozinha? Nada melhor do que abrir a geladeira e ver aquela batata enorme dando sopa (ops, não pense que hoje vai rolar receita de sopa, foi apenas um trocadilho). É por isso que Cuisinez Fácil vai dar hoje uma receita super-mega-hiper-ultra básica com batatas. Aliás, a receita só leva batata, nada mais. Por isso, não pegue caneta e papel porque nem será preciso.

Vive la bonne cuisine!

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Imagem: Joannes Lemos

Batata assada: boa dica de acompanhamento



Tire da despensa:

Batatas (à vontade)

Manteiga (à vontade, depende de quantas batatas vai usar)

Sal

Farinha de rosca

Orégano (opcional)

Mão na Massa:

Descasque as batatas e faça ranhuras no sentido da largura (mas cuidado para não cortar a batata ao meio). A ranhura deve ir mais ou menos até a metade da profundidade das batatas. Lave-as e as enxugue. Coloque a manteiga num pratinho e derreta no micro-ondas. Eu usei três colheres de sopa bem cheias de manteiga para assar três batatas.

Coloque as batatas numa forma untada, lambuze cada uma com manteiga (mas reserve um pouco para lambuzar mais adiante). Leve-as ao forno e deixe assar a 250°C por 35 minutos. Retire (e deixe o forno ligado), jogue farinha de rosca por cima de cada uma, coloque a manteiga derretida que restou, salpique sal ao seu gosto, e, se quiser, salpique também orégano. Volte as batatas pro forno e deixe assar por mais 10 minutos. Elas sairão coradinhas como na foto.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos (requentado de outro post):

Batatas – deve-se tomar cuidado ao comprar batatas. Não compre aquelas que contêm nódulos, partes murchas, manchas verdes ou pretas. Aquelas que estão com brotos estão velhas. Dispense-as. Quando guardá-las, evite colocar na geladeira, priorizando locais secos, como um cesto de verduras. Quando você descasca a batata e demora a usar a tendência é que ela fique escura, por causa da oxidação da vitamina C. Para evitar que isso ocorra, coloque-as em um recipiente com água no caso de descascar e não usar logo.

Dica:

Sirva essas batatas básicas como acompanhamento de um maravilhoso arroz branco e uma carne de sua preferência. Ela combina com tudo: carne assada, um franguinho, peixes (principalmente um bacalhau), etc.

Curiosidades:

A batata é originária do Peru, onde foi cultivada desde eras imemoriais pelo povo inca, sendo chamada de “papa” na língua quíchua. Ainda em nossos dias, nos países andinos, produzem-se e comercializam-se mais de 200 variedades diferentes de batatas. Mon Dieu!!

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Receitinha gostosa que serve pro lanche ou para um jantarzinho informal. A quiche – sim, com artigo no feminino – é um bom aperitivo para ser servido principalmente quando você receber umas visitinhas em sua casa. É algo simples, mas que tem a sofisticação de um prato supostamente mais elaborado, e que foge da breguice da coxinha e pastelzinho (aperitivos deliciosos, mas cafonas para servir aos amigos que vão em sua casa).

Por isso caros amigos, vamos aos fatos. Aproveite esta dica de Cuizinez Fácil, pegue caneta e papel, anote tudo e corra pra cozinha. Deixe o encosto da preguiça de lado.

Vive la bonne cuisine!

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Imagem: Joannes Lemos

Quiche Lorraine: para você fugir da coxinha e do pastelzinho frito



Tire da despensa:

Ingredientes para a massa:

2 ½ xícaras de farinha de trigo
4 colheres (sopa) de manteiga
1 xícara (chá) de creme de leite
1 ovo
sal

Ingredientes para o recheio:
1 xícara (chá) de leite
2 ovos
1 xícara (chá) de creme de leite
½ xícara (chá) de bacon frito
1 xícara (chá) de queijo mussarela ralado
sal
pimenta

Mão na Massa:

Em um recipiente, coloque a farinha, a manteiga, o creme de leite, o ovo e o sal. Misture bem e deixe descansar por 10 minutos. Distribua a massa em uma assadeira redonda e, com o auxílio de um garfo, fure levemente toda a superfície da forma.

Para fazer o recheio, em uma vasilha, misture todos os ingredientes. Despeje sobre a massa e leve ao forno pré-aquecido a 200°C por aproximadamente 20 a 25 minutos, ou até ficar bem douradinho por cima. Eu particularmente gosto de desinformar a quiche e colocar em um prato. Depois coloco umas folhas de salsa ou talo de cebolinha em volta pra dar aquela caprichada no visual. Porém, a forma que uso para fazer a quiche – uma rasa com ranhuras nas laterais, que dão o aspecto estrelado ao prato – não tem fundo removível. Então eu faço uma manobra para tirá-la da forma e colocar no prato sem quebrar. Até hoje deu certo.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Sal: tome cuidado com a quantidade que usa. Coloque pouquíssimo sal, porque o queijo já é salgadinho e o bacon também. Depois não me venha mandar mensagem pelo Orkut, Facebook ou Twitter falando que deu errado. Experiência própria. No último Natal eu exagerei no queijo e me estrepei. Achei que estava abafando e quando fui comer a quiche estava sal puro. E ainda tive que me contentar com os elogios falsos da parentada dizendo que estava uma delícia. Já diz o velho ditado: quem avisa amigo é!

Dica:

Você pode substituir o bacon por linguiça calabresa defumada picadinha.

Curiosidades:

A palavra quiche vem do alemão e significa, em dialeto, “torta”. Graças a sua versão mais famosa, a quiche lorraine – em breve receita dela aqui no blog – um prato típico da Alsácia e Lorena, região que compreende a divisa entre a França e Alemanha (onde minha querida amiga Bartira morou na ocasião de seu mestrado), o termo também foi introduzido na língua francesa. Merveille!!

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Eu voltei!! Não esqueci de vocês, queridos leitores. Mas, no corre-corre dessa vida às vezes algumas coisas acabam ficando para depois. É uma honra poder atualizar Cuisinez Fácil novamente. Então, vamos lá.

Para marcar essa volta publicarei uma receita que é de dar água na boca só de olhar. A receita de hoje é uma deliciosa Torta Trufada de Morango. É um doce de certa forma fácil de fazer, porque usa poucos ingredientes que, ainda por cima, são fáceis de encontrar. Tenho certeza que você surpreenderá família e amigos com esta torta modesta e ao mesmo tempo requintada.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Torta Trufada de Morango: sobremesa chique e prática


Tire da despensa:

Ingredientes da torta
1 e 1/2 caixa de morangos
1 xícara de farinha de trigo
2 colheres de sopa de açúcar
1 gema
3 colheres de sopa de manteiga
Raspas de limão

Ingredientes do recheio
280 g. de chocolate meio amargo
1 lata de creme de leite sem soro
2 colheres de sopa de conhaque

Mão na Massa:

Numa tigela, coloque a farinha, o açúcar, a gema, a manteiga e a raspa de limão e misture com as mãos (lavadas hein cabeção!). Mas é com a mão pura, sem luvas, porque o calor das mãos ajuda a derreter a manteiga e dar liga na massa. Depois de uns cinco minutos amassando você terá uma massa homogênea e lisa. Depois disso basta colocar a massa numa forminha de 20cm de diâmetro, sem untar. Espalhe a massa com as pontas dos dedos por toda a forminha.

Com a massa ajeitada na forma, faça furos com o garfo para não ter bolhas. Leve-a ao forno pré-aquecido a 180 graus por 20 minutos, até que a massa fique dourada.

Enquanto a massa fica assando, vamos preparar o recheio. Derreta o chocolate no micro-ondas (mas se preferir pode ser em banho-maria). Coloque o chocolate picado numa tigela própria para micro-ondas e derreta por 40 segundos. Retire, mexa e repita a operação deixando mais 30 segundos. Não deixe derreter tudo em uma única fase porque o chocolate pode queimar – então derreta nas duas etapas como o titio está ensinando.

Derretido o chocolate é hora de trufá-lo. Basta misturar o conteúdo de uma lata de creme de leite (sem soro) e as duas colheres de conhaque (pode usar outra bebida como vinho branco seco, ou, se preferir, não precisa colocar nenhum tipo de bebida alcóolica). Misture bem e leve o chocolate trufado à geladeira por 20 a 30 minutos para pegar um pouco mais de consistência.

Depois que retirar a massa da torta do forno, deixa-a esfriar por uns 10 minutos e despeje em cima o chocolate trufado.  Agora vem a melhor parte: colocar os morangos por cima. Com eles já lavados e cortados ao meio (no sentido da altura) coloque-os com a parte aberta do morango virada para dentro, e comece a colocá-los da borda para o centro, até preencher todo o espaço.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Morango – Compre morangos de bom aspecto: tamanho médio, vermelhos vivos e com talos bem verdes. Os morangos podem ser estocados inteiros na geladeira por poucos dias (quando fatiados perdem gradativamente a vitamina C). Lave a fruta pouco antes de servir para evitar o mofo.
  • Banho-maria – caso queira usá-la, não custa nada relembrar como é. Essa técnica é muito utilizada no derretimento de chocolate, pois o mesmo não pode ser submetido à temperaturas elevadas demais. Como ocorre? Coloque uma panela com água no fogo, a uma temperatura de aproximadamente 120° a 150° (o que representa um fogo baixo). Dentro desta panela, coloque outra panela menor com o chocolate dentro. O calor da água é quem vai derreter o chocolate. Esse processo é lento e exige paciência.
  • Forma – eu uso uma forma de 20cm de diâmetro que tem uns 3cm de altura. Ela é em formato estrelado, com aquelas ranhuras nas laterais, que dão um aspecto mais bonito ao doce.

Dica:

Depois que terminar de cobrir a torta com os morangos, leve a torta para a geladeira novamente e deixe lá por cerca de uma hora, para ela ficar firme. Se você não encontrar morango de jeito nenhum pode até usar outra fruta, como uva ou pêssego. Mas, com morango não tem comparação.

Curiosidades:

Até o ano de 1400, o morango era apenas uma fruta que nascia espontaneamente nas montanhas da Europa. A partir deste ano, horticultores franceses e depois os ingleses, alemães e italianos começaram a cultivar a planta, melhorando a sua qualidade e aumentando o seu tamanho, sem retirar as características naturais do morango.

Porém, somente a partir do descobrimento da América é que o morango começou a ganhar prestígio entre agricultores e consumidores e a frequentar os mais requintados cardápios e livros.

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Difícil encontrar quem não goste de macarrão nessa vida. O prato é praticamente tão popular aqui no Brasil quanto o arroz e o feijão nosso de cada dia. Colocar o macarrão no prato na hora do almoço e jantar virou praticamente um hábito do brasileiro. E como não poderia deixar de ser, Cuisinez Fácil traz hoje uma massa fácil de fazer e gostosa de comer, e que ainda foge do trivial bolonhesa-molho branco-alho e óleo, a trinca mais comum quando se pensa em molho para macarrão.

Vive la bonne cuisine!

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Imagem: Joannes Lemos

Fusilli Tricolore: inove e faça um molho diferente e gostoso



Tire da despensa:

250g de fusilli tricolore

1 xícara de chá de tomate picado

1 xícara de chá de cenoura ralada

1 xícara de chá de abobrinha ralada

1 xícara de chá de brócolis

½ cebola picada

2 colheres de sopa de salsinha picada

2 colheres de sopa de cebolinha picada

½ xícara de chá de azeite

Sal

Pimenta-do-reino para jogar por cima

Mão na Massa:

Coloque água com sal em uma panela, e, depois que levantar fervura jogue o macarrão e deixe cozinhar. Depois que cozinhar, reserve. Em outra panela refogue a cebola no azeite e acrescente o tomate. Mexa-o por uns dois minutos e acrescente a cenoura, a abobrinha e os brócolis. Mexa em fogo médio por mais uns quatro ou cinco minutinhos para refogar os legumes.

Para finalizar, acrescente neste refogado o macarrão, a salsinha e a cebolinha. Se desejar, salpique um pouquinho de nada de pimenta-do-reino por cima. O quê? Terminou? É claaaaro! Simples assim!

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Xícara de Chá – as medidas são um grande problema na cozinha da maioria das pessoas. Eu também vivo me perdendo com isso, mas, para facilitar minha vida, comprei um dosador, que é um recipiente igual uma caneca grande com marcações para líquido, farinha e açúcar. Uma xícara de chá equivale a 240ml de líquido, 120g no caso de farinha, 200g no caso de manteiga e 180g no caso de açúcar. No caso dos líquidos, para ajudar, uma xícara de chá é o mesmo que 16 colheres de sopa.
  • Colher de sopa – Tem gente que não sabe o que é uma colher de sopa. Mas calma! Esta colher é aquela maior dentre as colheres utilizadas nas refeições, aquela que muita gente usa para comer a “malmita”.

Dicas:

Se quiser deixar este prato um pouco mais calórico você pode colocar bacon ou calabresa – ambos picadinhos. Basta dar uma leve tostada neles (naquele que for usar, não coloque os dois) numa panela com óleo, azeite ou manteiga (eu prefiro esta última). A consciência não ficará pesada, visto que o Fusilli Tricolore Especial leva muitos legumes.

Você também pode trocar a massa. Ao invés do fusilli fica legal usar o farfalle tricolore. “Caramba Joannes, esse macarrão deve ser difícil de achar hein!”. Não se faça de louco, o farfalle nada mais é do que o macarrão gravatinha. Copiou?

Curiosidades:

Também conhecido como ‘massa em rosquinha’ ou ‘parafuso’, o fusilli vem ganhando muita apreciação nos últimos anos. Este tipo de massa acabou ganhando subtipos: o fusilli mais comum, aquele que tem duas estrias; o fusilli mini, igual ao anterior, porém menor; e o fusilli com vegetais, que lhe confere cores variadas, geralmente vindo em três tonalidades nas embalagens (os tricolores desta receita).

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Para enganar a fome, para servir como aperitivo ou para ser feito num momento de extrema pressa. Este singelo sanduichinho que Cuisinez Fácil apresenta hoje cai muito bem nas ocasiões apresentadas logo acima, mas, principalmente, é uma ótima pedida para aquele happy hour organizado de última hora em sua casa. É claro que provavelmente você não terá alguns ingredientes em sua despensa – porque não costumam ser de uso diário – mas em compensação são fáceis de encontrar ou substituir.

Vive la bonne cuisine!

Imagem: Joannes Lemos

Sanduichinho: ótima pedida para um happy hour improvisado


Tire da despensa:

Mini pães franceses (o famoso pão de sal dos capixabas)

Folhas de manjericão

200g de linguiça portuguesa ou calabresa (ambas defumadas)

Catchup

Mostarda (opcional)

Orégano (opcional)

Mão na Massa:

Coloque a linguiça numa assadeira, leve ao forno pré-aquecido a 200 graus e asse por uns 20 minutos, virando quando completar dez minutos de forno. Retire e corte em fatias. Corte os pãezinhos e passe dentro de uma banda um pouco de catchup e na outra banda um pouco de mostarda (caso queira utilizar). Se usar orégano polvilhe um pouco dentro do pão. Coloque umas duas fatias de linguiça no pão e para finalizar uma folha de manjericão. Simples assim.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

Manjericão – tradicional ingrediente da pizza Margherita, o manjericão é uma planta muito frágil à temperatura alta. Então não coloque a folha juntamente com a linguiça muito quente, porque ele pode murchar. Espere a linguiça esfriar um pouco, afinal, esse é um sanduíche servido em temperatura ambiente.

uFoto do meu pezinho de manjericão

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Dicas:

Se você não gosta de sabor picante então não utilize a linguiça portuguesa, porque ela é levemente apimentada. Se não quiser usar nem a portuguesa nem a calabresa, pode trocar por mortadela tipo bologna (aquela apetitosa). Mas não dispense o manjericão, pois ele dá um sabor todo especial ao seu sanduíche. Se fizer esta receita para um happy hour improvisado não deixe de comprar a cervejinha, cai muito bem.

Aqui em São Paulo é comum encontrar mini pães franceses congelados em supermercados. É só assar e comer quentinho. Mas se você não conseguir comprar o mini pão francês nem congelado e nem já assado, então use o de tamanho normal, dividindo-o ao meio para fazer dois sanduichinhos.

Curiosidades:

Ótimo para facilitar a digestão o manjericão é nativo da Índia, e por lá é cultivado como planta sagrada. Uma das mais importantes ervas da culinária, o simbolismo do manjericão está espalhado pelo mundo, sendo usado pelos gregos ortodoxos em rituais religiosos. No interior do México é usado como talismã do amor. Além de apetitosas e saborosas, as folhas do manjericão também são as protagonistas quando o assunto é decoração de pratos.

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