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Posts Tagged ‘tomate’

O verão está aí, e é aquela época em que todos se preocupam com a saúde – como se fosse apenas neste período da nossa existência em que realmente devêssemos nos preocupar com isso. Enfim, não custa nada lembrar que não é bem assim.

É no verão que todos falam em ingerir muito líquido e consumir alimentos com aspecto saudável e alto poder nutritivo. A estação dos corpos sarados à mostra está aí, e ainda resta um bom tempo para aproveitar o sol e as férias. Até que venha o carnaval e o país volte aos seus trilhos. Cuisinez Fácil não está alheio à saúde dos leitores, e hoje, como sugestão, apresenta uma salada deliciosa, viva e super prática no preparo.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Salada Caprese: impressione os convidados com saúde e requinte



Tire da despensa:

4 bolas de mozzarella de búfala

3 tomates caqui bem graúdos e lavados

Folhas de manjericão lavadas

Sal a gosto

Pimenta-do-reino moída na hora

Azeite

Mão na Massa:

Fatie os tomates e as bolas de mozzarella em tamanhos regulares. É importante que o tamanho seja uniforme para um bom casamento no momento de montar. Num prato ou travessa intercale fatias de tomate e mozzarella. Salpique sal, pimenta, regue com generosos fios de azeite e decore com as folhas de manjericão. Quer mais fácil do que isso?

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Pimenta moída na hora: muito se fala em usar pimenta moída na hora, mas quase ninguém diz o motivo. Como Cuisinez Fácil também é didatismo, aqui vai uma explicação sucinta: quando a pimenta (seca) é moída na hora ela libera alguns óleos vegetais contidos em sua composição. Esses óleos dão mais sabor e aroma ao prato.

Dica:

Não há nada melhor do que receber com requinte os convidados para uma “boquinha” em nossa casa. Então, se você vai dar um jantar, por mais simples que ele seja, que tal servir esta salada como entrada? Além de estimular o apetite dos convidados, vai causar uma ótima impressão pela possibilidade de acomodá-la jeitosamente no prato. Afinal, primeiramente comemos com os olhos. Mas lembre-se: entradas são servidas sempre em pequenas porções. Neste caso, tome cuidado para não servir 1kg de Salada Caprese para cada convidado.

E como a cozinha é uma aventura de cores, sabores e misturas, você pode colocar outros tipos de folhas nesta salada, como estragão e até hortelã. Pode ainda variar no uso de molhos. Experimente colocar um pouco de aceto balsâmico.

No dia em que fiz esta salada da foto, a mozzarella de búfala no supermercado mais próximo de minha casa estava um absurdo, com o preço literalmente nas alturas! Como na cozinha é preciso achar alternativas, eu usei queijo branco, e ficou deliciosamente com o sabor bem parecido ao da mozzarella.

Curiosidades:

De acordo com vários teóricos da gastronomia – alguns não se entendem – a origem da Salada Caprese vem da Iha de Capri, um paraíso italiano localizado no golfe de Nápoles, mais precisamente no Mar Tirreno. Creditam-se à ilha os melhores ingredientes na produção desta iguaria saudável.

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CUISINEZ FÁCIL: Quiche de Queijo

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Continuando com a linha editorial “faça você mesmo com rapidez”, Cuisinez Fácil traz hoje aos queridos leitores uma dica que serve para preparar em várias ocasiões: quando você tem em casa pão de forma e não sabe qual destino dar a ele; quando você quer fugir do trivial feijão com arroz, mas está sem tempo para frivolidades; ou quando vai receber amigos em casa e quer servir um lanchinho no happy hour.

Atenção às próximas linhas porque a dica é bem básica. Viva à praticidade.

Vive la bonne cuisine!!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Pizzinha rápida: para o happy hour ou para fugir do trivial



Tire da despensa (receita para duas pessoas):

6 fatias de pão de fôrma

Meia caixinha de molho de tomate

6 fatias de queijo mussarela

1 tomate maduro picado (sem sementes)

Orégano

Folhas de manjericão

Mão na massa:

Pré-aqueça o forno a 180°C. Enquanto isso, retire a casca do pão de fôrma (mas se quiser também pode deixar com casca), passe molho de tomate por cima, depois coloque uma fatia de queijo mussarela, um pouco de tomate picado e jogue orégano por cima. Leve ao forno e deixe assar levemente por 6 minutos. Retire e coloque folhas de manjericão por cima. Très facile!

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

Manjericão: As folhas de manjericão são frágeis e só podem ser colocadas depois que as pizzinhas saem do forno.

Dica:

Use a imaginação quando preparar este quitute rápido. Ao invés de mussarela, se preferir, substitua por queijo prato, catupiri, ente outros. Você pode jogar por cima queijo parmesão ralado.  Ao invés de picar um tomate pode usar tomate cereja, cortando-o ao meio.

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A abobrinha não é um fruto, digamos, popular. Há quem torça o nariz só de ouvir falar o nome deste legume de formato não muito aceitável – se é que vocês me entendem. Mas a abobrinha pode sim ser bem apreciada se preparada com todo o cuidado e carinho que uma boa refeição merece. E o prato que Cuisinez Fácil traz hoje aos leitores é bem conhecido, gostoso e sem muitas complicações no preparo.

Agora, quando quiser comer uma deliciosa abobrinha recheada acompanhada de um bom pão sírio não precisa mais ir ao Habbib’s. Faça em casa.

Vive la bonne cuisine!

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Imagem: Joannes Lemos

Abobrinha recheada: não precisa mais ir ao Habbib’s para comer esta delícia



Tire da despensa:

3 abobrinhas

400g de carne moída

2 tomates grandes

½ xícara de água

1 cebola picada

2 dentes de alho

Pimenta do reino (opcional)

Sal

1 xícara de arroz cozido

Mão na massa:

Tempere 200g de carne moída crua com o alho já amassado, meia cebola picada (reserve a outra metade), a pimenta do reino e o sal, misturando tudo com as mãos. Reserve e deixe separados os outros 200g da carne moída.

Lave bem as abobrinhas em água corrente e não as descasque. Corte a ponta de uma das extremidades, e, com uma colher de café (aquela colher pequena) vá tirando cuidadosamente todo o miolo da abobrinha. Tome cuidado ao se aproximar do fundo, para não furá-la. Esse é um trabalho que exige paciência e certos graus de habilidade. Enquanto faz isso encha uma panela grande com água, coloque uma pitada de sal e um fio de óleo e deixe ferver.

Misture a xícara de arroz já cozido à carne e faça um bolinho. Recheie cada abobrinha com este recheio, cuidadosamente. Depois disso, coloque cada abobrinha na água fervente e deixe cozinhar por cerca de 10 minutos. Retire com uma escumadeira e reserve.

Em outra panela adicione um fio de óleo, frite a outra metade da cebola, junte os 200g de carne moída restantes e dois tomates grandes bem picadinhos (sem sementes). Junte meia xícara de água e uma pitada de sal e deixe cozinhar. Depois de pronto, coloque este molho por cima das abobrinhas recheadas.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Colher de Café: pra você que se perde na hora de saber o tamanho das colheres, a colher de café é aquela que se usa para mexer o cafezinho. Enfim, é aquela colher beeem pequena. Acredite, mas tem gente que se perde com isso.

Dicas:

Sirva suas abobrinhas recheadas com um bom punhado de pão sírio – encontrado em qualquer mercadinho. Se preferir, sirva também com arroz branco. Para beber uma dica é um bom vinho branco de uvas Trebbiano do sul do Brasil. Barato e fácil de encontrar também.

Curiosidades:

No Brasil a palavra abobrinha pode ser usada também como significado de “besteira”. Ex:Faustão só fala abobrinhas.”

Faça também:

CUISINEZ FÁCIL: Torta de Batata e Atum

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Hoje eu publicaria uma dica de sobremesa, afinal, as duas últimas receitas foram de pratos salgados. Para surpresa, a temperatura caiu drasticamente em São Paulo – e em outras partes do Brasil. Inesperadamente resolvi mudar o menu do dia de Cuisinez Fácil, publicando uma deliciosa receita de Caldo de Feijão. Afinal de contas, não tem coisa melhor do que tomar um caldinho quando as temperaturas estão em queda. Se for ao lado de quem a gente gosta, então, hummm!

Vive la bonne cuisine!

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Imagem: Joannes Lemos

Caldo de Feijão: mande o frio para looonge!!



Tire da despensa:

400g de feijão preto

250g de paio ou linguiça calabresa

2 tomates

2 batatas grandes

Azeitonas sem caroço

Meia cebola

½ xícara de cebolinha e salsinha

4 colheres de sopa de azeite

1 dente de alho amassado

Sal a gosto

4 copos de água

Mão na Massa:

Comece preparando o feijão (mas se já tiver ele pronto de outros carnavais, também pode utilizá-lo, afinal na cozinha nada pode ser desperdiçado). Atualmente o feijão que você compra no supermercado já vem limpinho, sem as famigeradas pedrinhas e sujeirinhas. Mas não custa nada “catá-lo”, como era muito comum tempos atrás. Depois de selecionar o feijão, coloque-o em uma peneira e lave em água corrente.

Cozinhe em uma panela de pressão de acordo com as normas de segurança do fabricante. Eu cozinho o feijão da seguinte forma: depois que a panela pega pressão deixo cozinhando por 15 minutos. Desligo o fogo, retiro toda a pressão da panela (levantando o pino em tempos espaçados com uma faquinha ou colher), ligo o fogo novamente e, depois que pega pressão de novo deixo cozinhando por mais 10 minutinhos. Retiro novamente toda a pressão (nunca destampe sem fazer isso), e pronto.

Se o feijão estiver com muita água elimine boa parte dela. Enquanto o feijão cozinha lave as batatas, pique todas e coloque para cozinhar em uma panela com água e uma pitada de sal. Enquanto isso, pique dois tomates em cubos (retirando as sementes, mas pode manter a pele sem nenhum problema). Aproveite também para picar as azeitonas.

No liquidificador, bata o feijão cozido (separe meia xícara dele inteiro para usar depois) com a batata cozida e um tomate picado (o outro tomate será usado depois). Numa panela funda, frite no azeite em fogo médio meia cebola picada, o alho amassado e deixe dourar rapidamente. Junte o outro tomate picado e o paio cortado em rodelas (ou a calabresa, ou se quiser use os dois, fica delicioso).

Depois que der uma leve fritada acrescente o caldo que foi batido no liquidificador. Mexa bem e acrescente mais um pouquinho de sal, a azeitona picadinha, a cebolinha e a salsinha. Mexa tudo até dar uma leve aquecida. Coloque o pouco de feijão inteiro que deixou separado, porque aí quando você comer terá os grãozinhos de feijão. Pronto. Para acompanhar nada melhor do que uma porção de torradas.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

Panela de pressão: tome cuidado ao fechá-la. Panela de pressão com qualquer tipo de abertura é um perigo. Verifique sempre as condições da borracha. E não siga aquelas dicas de tiazinha velha que dizem para abrir a panela debaixo da água logo após o cozimento. A tampa só pode ser aberta quando toda a pressão for eliminada. E siga sempre a indicação de volume de alimento e água no manual de instrução da panela.

Dica:

Existem várias maneiras de preparar um caldo de feijão. Esta não é uma receita fechada, como quase tudo na culinária. Então uma dica é acrescentar uma xícara de bacon frito. Se você não gosta de tomate ou azeitonas não precisa colocá-los na receita. Outra dica é aumentar a quantidade de cebolinha e salsinha, deixando uma parte para jogar por cima do caldo no seu prato – assim como se faz quando se joga queijo por cima de uma sopa. Algumas pessoas gostam de colocar algum tipo de massa no caldo (argolinha, parafuso, conchinha, entre outras). Eu, particularmente, não coloco, porque acho que tira o protagonismo do feijão.

Curiosidades:

“Dez entre dez brasileiros preferem feijão. O preto que satisfaz”, já dizia o refrão de abertura da novela “Feijão Maravilha”, que a Globo levou ao ar em 1979. Este alimento rico em ferro não falta na mesa do brasileiro, sendo o ator principal de um dos pratos mais brasileiros: a feijoada.

De acordo com a Embrapa, os feijões estão entre os alimentos mais antigos, remontando aos primeiros registros da história da humanidade. Eram cultivados no antigo Egito e na Grécia, sendo, também, cultuados como símbolo da vida. Os antigos romanos usavam extensivamente feijões nas suas festas gastronômicas, utilizando-os até mesmo como pagamento de apostas.

Foram encontradas referências aos feijões na Idade do Bronze, na Suíça, e entre os hebraicos, cerca de 1.000 a.C. As ruínas da antiga Tróia revelam evidências de que os feijões eram o prato favorito dos robustos guerreiros troianos.

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CUISINEZ FÁCIL: Sopa de Mandioquinha

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Difícil encontrar quem não goste de macarrão nessa vida. O prato é praticamente tão popular aqui no Brasil quanto o arroz e o feijão nosso de cada dia. Colocar o macarrão no prato na hora do almoço e jantar virou praticamente um hábito do brasileiro. E como não poderia deixar de ser, Cuisinez Fácil traz hoje uma massa fácil de fazer e gostosa de comer, e que ainda foge do trivial bolonhesa-molho branco-alho e óleo, a trinca mais comum quando se pensa em molho para macarrão.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Fusilli Tricolore: inove e faça um molho diferente e gostoso



Tire da despensa:

250g de fusilli tricolore

1 xícara de chá de tomate picado

1 xícara de chá de cenoura ralada

1 xícara de chá de abobrinha ralada

1 xícara de chá de brócolis

½ cebola picada

2 colheres de sopa de salsinha picada

2 colheres de sopa de cebolinha picada

½ xícara de chá de azeite

Sal

Pimenta-do-reino para jogar por cima

Mão na Massa:

Coloque água com sal em uma panela, e, depois que levantar fervura jogue o macarrão e deixe cozinhar. Depois que cozinhar, reserve. Em outra panela refogue a cebola no azeite e acrescente o tomate. Mexa-o por uns dois minutos e acrescente a cenoura, a abobrinha e os brócolis. Mexa em fogo médio por mais uns quatro ou cinco minutinhos para refogar os legumes.

Para finalizar, acrescente neste refogado o macarrão, a salsinha e a cebolinha. Se desejar, salpique um pouquinho de nada de pimenta-do-reino por cima. O quê? Terminou? É claaaaro! Simples assim!

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

  • Xícara de Chá – as medidas são um grande problema na cozinha da maioria das pessoas. Eu também vivo me perdendo com isso, mas, para facilitar minha vida, comprei um dosador, que é um recipiente igual uma caneca grande com marcações para líquido, farinha e açúcar. Uma xícara de chá equivale a 240ml de líquido, 120g no caso de farinha, 200g no caso de manteiga e 180g no caso de açúcar. No caso dos líquidos, para ajudar, uma xícara de chá é o mesmo que 16 colheres de sopa.
  • Colher de sopa – Tem gente que não sabe o que é uma colher de sopa. Mas calma! Esta colher é aquela maior dentre as colheres utilizadas nas refeições, aquela que muita gente usa para comer a “malmita”.

Dicas:

Se quiser deixar este prato um pouco mais calórico você pode colocar bacon ou calabresa – ambos picadinhos. Basta dar uma leve tostada neles (naquele que for usar, não coloque os dois) numa panela com óleo, azeite ou manteiga (eu prefiro esta última). A consciência não ficará pesada, visto que o Fusilli Tricolore Especial leva muitos legumes.

Você também pode trocar a massa. Ao invés do fusilli fica legal usar o farfalle tricolore. “Caramba Joannes, esse macarrão deve ser difícil de achar hein!”. Não se faça de louco, o farfalle nada mais é do que o macarrão gravatinha. Copiou?

Curiosidades:

Também conhecido como ‘massa em rosquinha’ ou ‘parafuso’, o fusilli vem ganhando muita apreciação nos últimos anos. Este tipo de massa acabou ganhando subtipos: o fusilli mais comum, aquele que tem duas estrias; o fusilli mini, igual ao anterior, porém menor; e o fusilli com vegetais, que lhe confere cores variadas, geralmente vindo em três tonalidades nas embalagens (os tricolores desta receita).

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Cachorro quente é o típico lanche para comer quando a preocupação com a balança está longe. É também nesse sanduíche que a maioria das pessoas pensa quando vai receber uma visita informal em casa.

E o que falar então daquela festinha de aniversário feita em cima da hora na casa de um amigo? Ou então naquela comemoração de fim de ano da empresa? Da próxima vez, ao invés de levar o cachorro quente convencional, com o molho dentro do pão, leve este que Cuisinez Fácil apresenta hoje. Assado ele também fica muito gostoso, e, ao invés do pão, você utilizará uma massa feita por suas próprias mãos.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Cachorro quente de forno: para a alegria geral da galera


Tire da despensa:

Para a massa

4 ovos

3 xícaras de chá de leite (cerca de 720ml)

1 xícara de chá de óleo (cerca de 240ml)

3 xícaras de chá de farinha de trigo (cerca de 360g)

1 colher de sopa de fermento em pó (o famoso pó Royal)

1 colher de sopa bem cheia de margarina ou manteiga

Sal

Para o recheio

1 cebola picadinha

1 dente de alho

3 tomates picados e sem semente

½ xícara de chá de molho de tomate pronto

500g de salsicha picada

½ xícara de chá de salsinha

4 colheres de sopa de azeite

1 tablete de caldo de carne

3 colheres de sopa de farinha de rosca

3 colheres de sopa de queijo parmesão ralado

Mão na massa:

Para facilitar, primeiro prepare o recheio. Em uma panela aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Depois de uma leve dourada acrescente o caldo de carne e dissolva. Feito isso acrescente os tomates picados, o molho de tomate e a salsicha e deixe cozinhar rapidamente. Quando desligar o fogo acrescente a salsinha já picada.

Agora prepare a massa do cachorro quente. No liquidificador, coloque os ovos, o leite, o óleo e o sal. Bata por um breve tempo. Numa tigela coloque a farinha de trigo e o fermento. Junte a este composto o conteúdo do liquidificador e mexa bastante. Mexa bastante, acrescente o fermento em pós e mexa mais um pouco.

Unte uma forma com manteiga e polvilhe nela um pouco de farinha. Coloque metade da massa, por cima da massa coloque todo o molho de salsicha – espalhando bem – e por fim cubra com o restante da massa. Misture a farinha de rosca com o queijo parmesão ralado e jogue por cima da massa. Leve ao forno pré-aquecido a 190° por cerca de 40 minutos. Quando retirar espere esfriar um pouco para cortar em pedaços. Se cortar logo depois de tirar do forno ele pode dspedaçar.

Bon appétit!

Glossário para iniciantes perdidos:

Confesso que está cada vez mais difícil colocar alguma coisa no glossário, porque o grau de dificuldade desta receita é quase zero. Mas, para não ficar em branco, sim, vocês podem utilizar cebola e alho vendidos prontos. E sobre os ovos é aquilo já dito antes aqui neste blog: quebre cada um em um recipiente separado e só depois coloque junto aos outros ingredientes. Porque vai que numa quebrada você coloca um ovo podre sem perceber, não é?

Dicas:

Se você não quiser rechear com salsicha coloque frango desfiado ou calabresa cortadinha. A receita não será um cachorro quente propriamente dito mas ficará tão bom quanto. Você também pode acrescentar outros ingrediente no molho, como milho verde e azeitonas. Use a imaginação!

Curiosidades:

Quando se fala em cachorro quente logo se lembra da salsicha. As informações sobre a origem do produto são divergentes. Uns contam que a salsicha surgiu em Frankfurt, na Alemanha, em 1484. Outras informações dão conta de que o produto surgiu bem depois, no final do século XVII no mesmo país.

Da mesma forma não se sabe ao certo a data exata de quando surgiu o cachorro quente. Alguns historiadores mencionam que o sanduíche foi criado por um comerciante alemão que morava nos Estados Unidos ainda no século XIX, por volta do ano de 1860. As informações podem ser incertas, mas que a guloseima é boa, isso é inegável.

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Vocês não pensaram que eu colocaria receita com carne vermelha aqui hoje, pensaram? Não é que eu me prenda em tradições, apesar de ser cristão. Mas, como sei e respeito o modo de vida dos seletos leitores de Cuisinez Fácil, resolvi colocar uma receita que combina com a Semana Santa.

Esta Torta de Batata e Atum é uma típica receita feita na base do improviso. Você abre a geladeira, junta tudo, mistura e pronto: quando vai ver ela já está corada dentro de seu forno. Aproveite para fazer ela no domingo de Páscoa, em tempos de bacalhau com preço na alturas.

Vive la bonne cuisine!

joa

Imagem: Joannes Lemos

Torta de Batata e Atum: para seu almoço de Páscoa


Tire da despensa:

5 batatas médias

100g de farinha de trigo

50g de queijo parmesão ralado

Queijo mussarela fatiado

2 latinhas de atum sólido escorrido

Azeitonas verdes picadas

1 tomate picado

Orégano a gosto

Salsinha picada

Pimenta-do-reino a gosto

Azeite para regar por cima

Mão na Massa:

Descasque as batatas em pedaços pequenos e cozinhe na água com um pouco de sal. Depois que estiverem bem cozidas, retire do fogo e esprema (se não tiver espremedor amasse bem com a ajuda de outro objeto da cozinha que ajude nessa tarefa). Depois que amassar as batatas misture a farinha de trigo e o queijo ralado. Unte um refratário com manteiga e espalhe a massa com as mãos no fundo e nas laterais. Não precisa fazer a massa chegar até em cima da forma que utilizar – vide foto.

Em outro recipiente, misture todos os ingredientes já previamente picados ou amassados: o atum, as azeitonas, o queijo mussarela fatiado, o tomate e misture. Feito isso espalhe por cima da massa no refratário, salpique óregano, pimenta-do-reino e regue azeite por cima. Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus por mais ou menos 25 minutos, ou até perceber que as bordas da massa ficaram coradas.

Bon appétit!

Glossário para iniciante perdidos:

  • Batatas – deve-se tomar cuidado ao comprar batatas. Não compre aquelas que contêm nódulos, partes murchas, manchas verdes ou pretas. Aquelas que estão com brotos estão velhas. Dispense-as. Quando guardá-las na geladeira, coloque embaladas em sacos plásticos no gavetão. Quando você descasca a batata e demora para usar a tendência é que ela fique escura, por causa da oxidação da vitamina C. Para evitar que isso ocorra, coloque-as em um recipiente com água no caso de descascar e não usar logo.

Dicas:

Nesta receita, se desejar, coloque também palmito picado ou então champignon. E para acompanhar no momento do ‘ataque’ nada melhor do que o bom e velho arroz branco.

Curiosidades:

Quando os colonizadores espanhóis levaram a batata da América para a Europa por volta de 1550 ela era considerada alimento de segunda “catiguria”. O uso da batata se tornou popular por causa de uma mãozinha de Luís XVI, rei da França, que a impôs ao povo no lugar do trigo, que estava pela hora da morte e em falta na época. Vossa Alteza, o rei Luís XVI, passou a apreciar tanto o legume que mandou que se fizessem plantações por vários pontos de seus domínios.

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